segunda-feira, 28 de setembro de 2020

MONDAY MURAL - Under the sea

 




Este mural tem o nome  "Under the Sea" e foi pintado em Julho 2016 pela artista portuguesa Angela Ferreira, cujo nome artistico é Kruella D'Enfer, nascida em 1988. 
O mural "Under the Sea", está no Bairro da Torre - na linda vila de Cascais, Portugal.
É um bairro onde há sessenta anos - embora com os mesmos edifícios e ruas - as pessoas não se sentiam seguras. Hoje graças aos Murais que ali foram pintados, as pessoas que lá vivem começaram a vê-lo com outros olhos e a usá-lo de outro modo.  E quem lá passa, como eu cada vez que desejo ir a pé fazer compras em um hipermercado que está não muito longe dali, atravesso-o sem hesitação, vendo e revendo com alegria os murais tão atraentes. 
O Mural é digno de Cascais, porque além de Cascais ter uma das mais bonitas baías do mundo, é ali que o mar beija o Rio Tejo, o maior rio de Portugal, (embora nasça em Espanha). Em Cascais fazem-se regatas internacionais desde 1871. 
A partir de 1870, o Rei e a família trouxeram a Corte para veraneio, em Cascais, tendo sido seguidos por pessoas da nobreza e por pessoas muito ricas e famosas.    

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This mural named "Under the Sea" was painted in July 2016 by the Portuguese artist Angela Ferreira, whose artistic name is Kruella D'Enfer, born in 1988.

The mural "Under the Sea", is in Bairro da Torre - in the beautiful village of Cascais, Portugal.

It is a neighbourhood where sixty years ago - although with the same buildings and streets - people did not feel safe. Today, thanks to the murals that were painted there, the people who live there began to see it with different eyes and to use it in another way. And whoever goes there, like me every time I want to go shopping on foot in a hypermarket that is not far from where I live, I walk through it without hesitation, seeing and reviewing the attractive murals with joy.

The mural is worthy of Cascais, because in addition to Cascais having one of the most beautiful bays in the world, it is there that the sea kisses the Tagus River, the largest river in Portugal, (although it starts in Spain). International regattas have been held in Cascais since 1871.

From 1870, the King and his family brought the Court to spend summer in Cascais, and then the nobility and the rich and famous people followed.


domingo, 27 de setembro de 2020

agradecimentos

 

HOJE QUERO AGRADECER: 

HOJE QUERO AGRADECER ÀS PESSOAS QUE VISITAM O MEU BLOGUE. SÃO MUITAS FELIZMENTE. Gostam do meu blogue, das minhas páginas do facebook e dos meus livros. No blogue é fácil a contagem, por ter tantos leitores e seguidores que leem artigos de prosa, de poesia, veem fotos, o que vou publicando. Por isso, os meus agradecimentos e os melhores desejos para quem me lê.

 Sinto-me honrada por os leitores e seguidores fazerem do meu blogue o seu blogue. E na verdade O meu blogue http://celestecortez.blogspot.com  é o teu blogue. Já ganhou um “Óscar”, um prémio em 2011, ano em que o comecei a publicar. Mas nunca mais concorri a nenhum prémio, por isso não poderia ganhar. É como a lotaria, o totoloto, a raspadinha e outros jogos, para se ganhar tem de se concorrer, apostar.

Porque és educado, não queres deixar mal a educação que te deram na tua família e nas escolas por onde andaste, deverás educadamente escrever os teus comentários, se os quiseres fazer, se sentires que o deves fazer. Nem sempre terás tempo para deixares comentários em todos os artigos que acabaste de ler. Deixa apenas no artigo de que gostaste mais ou mesmo apenas no último que leste, isso dá-me a medida exata de que o meu trabalho é apreciado. 

Naturalmente que tens a certeza que aprecio que todos os leitores comentem. Para além de me encher o ego saber que a minha escrita agrada é importante. Por isso, no lugar certo do artigo que leres- no espaço para comentários - por favor dá a tua opinião. Será para mim uma alegria. 

Se tiveres um blogue, deixa o título que irei também visitá-lo e deixarei o meu comentário, logo que me seja possível. 

Um abraço da Celeste Cortez (author). 



 

quarta-feira, 16 de setembro de 2020



LER É VIAJAR SEM SAIR DO LUGAR, por Celeste Cortez

Cada vez é mais difícil a um escritor de romance ficção dar-lhe autenticidade, uma vez que nos tempos atuais há testes, fáceis de identificar quem escreveu as palavras que estão no bilhete ou carta, ou quem tocou no cobertor da criança, nos cabelos ou no corpo da vítima. Tudo pode ser escrutinado ao pormenor, havendo apenas que dar tempo ao tempo para que as autoridades desvendem a verdade.

O escritor apenas terá a possibilidade de, na sua produção romanesca, acrescentar razões, “as suas razões”, se tiver o engenho e arte para as descrever. Poderá, nesse caso, inventar para impor a sua versão. Se conseguir que o leitor se ajuste ao lema “ler é viajar sem sair do lugar”,  nesse caso o leitor ficará absorvido por uma leitura que o leva a viajar com a escrita, embora sentado no seu sofá favorito ou no seu banco possível. Se não o conseguir, que pelo menos a leitura dê ao leitor a possibilidade de se evadir dos problemas intrínsecos e complicados da vida. Que não são poucos, mesmo quando aceitamos o que não podemos modificar.

Eu estou de um lado e do outro do muro. Quando estou de um lado, como autora, gostaria que continuasse a haver leitores, muitos leitores, dos que lêem com vontade de tirar partido da leitura ou mesmo até só de terem a santa vontade de distrair a mente. Quando estou do outro lado do muro, como leitora, sei que consigo “viajar sem sair do lugar” e, como é habitual, esqueço-me do passar das horas, conseguindo-o, algumas vezes até com uma má escrita, não sabendo se isso é “perder tempo”, porque penso que todo o autor, mesmo o que escreve mal, tem pelo menos uma palavra bem escrita, que é a palavra que fica no final do livro: FIM.   

 




 

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