segunda-feira, 16 de julho de 2018

PARABÉNS FILHA LUISA

A nossa filha Luísa faz hoje anos.
Agradecemos a Deus a benção de nos ter dado as nossas filhas,
mas é da Luísinha o dia de hoje. 
Que o celebres com muita alegria ao lado
de teu marido e filhos. Temos muita pena de não
podermos estar aí. 

Luisa aos 10 anos
Luisa, aos 16 anos

Luisa aos 15 anos


Luisa finalizando o seu curso na Universidade Wits de Jhb. 

Luisa, no dia do seu casamento




LUISA MAMÃ (Roberto e Nicholas)





Que o teu caminho seja iluminado de felicidade, amor e paz. 
LUISA, os filhos, as irmãs, as sobrinhas filhas das irmãs, um cunhado e os pais. 
Que o teu sorriso se mantenha toda a vida e que esta seja longa.
Abraços nossos com muitas saudades, MAMÃ e PAPÁ
16-07-2018.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

POETA - Cacilda Celso - FALECEU A 17/11/2010



Não creias, não, ó Pátria…

Não creias, não, ó Pátria, no destino,
Constrói-o antes tu, por tua mão.
Caminhos de trabalho ou desatino
-Verás onde te leva a tua opção…

Agora, meu país, não és menino
Tu sabes já de cor tua lição.
Se em ti tu confiares, vaticino
Que irás dar que falar como nação.

Tu fazes teu melhor com qualidade
Se buscas tuas forças na união
E encontras energias na vontade.

Desiste de viver numa ilusão.
Desiste da apatia e da saudade
- Ó Pátria, dá-lhe de alma e coração!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

ESTRELA DA MANHÃ - ANTÓNIO GEDEÃO - 1906-1997


Estrela da Manhã, António Gedeão

Numa qualquer manhã, um qualquer ser,
vindo de qualquer pai,
acorda e vai.
Vai.
Como se cumprisse um dever.
Nas incógnitas mãos transporta os nossos gestos;
nas inquietas pupilas fermenta o nosso olhar.
E em seu impessoal desejo latejam todos os restos
de quantos desejos ficaram antes por desejar.
Abre os olhos e vai.
Vai descobrir as velas dos moinhos
e as rodas que os eixos movem,
o tear que tece o linho,
a espuma roxa dos vinhos,
incenso na face jovem.
Cego, vê, de olhos abertos.
Sozinho, a multidão vai com ele.
Bagas de instintos despertos
ressuma-lhe à flor da pele.
Vai, belo monstro.
Arranca
as florestas com os teus dentes.
Imprime na areia branca
teus voluntariosos pés incandescentes.
Vai
Segue o teu meridiano, esse,
o que divide ao meio teus hemisférios cerebrais;
o plano de barro que nunca endurece,
onde a memória da espécie
grava os sonos imortais.
Vai
Lábios húmidos do amor da manhã,
polpas de cereja.
Desdobra-te e beija
em ti mesmo a carne sã.
Vai
À tua cega passagem
a convulsão da folhagem
diz aos ecos
«tem que ser».
O mar que rola e se agita,
toda a música infinita,
tudo grita
«tem que ser».
Cerra os dentes, alma aflita.
Tudo grita
«Tem que ser».


segunda-feira, 21 de maio de 2018

ANTÓNIO ARNAUT - ESCRITOR e POLITICO -


    ESCRITOR, POLÍTICO
– ANTÓNIO ARNAUT – 1936-2018

António Duarte Arnaut (Nasceu em PenelaCumeeira28 de janeiro de 1936 – faleceu  no hospital de Santo António dos Olivais, em Coimbra, onde estava internado. Foi advogado, politico, escritor (prosa, poesia e ficção). Grande admirador de Miguel Torga, em sua homenagem escreveu um conto (Conto de Job), publicou Ensaios e fez conferências e participou na organização de uma antologia “Cântico em honra de Miguel Torga”.
Fundou o Serviço Nacional de Saúde e foi cofundador do PS.  
As suas obras de poeta e escritor:
Poesia
·         Versos da mocidade -  1954
·         Pátria, memória antiga. – 1986 e 1992.
·         Miniaturais outros sinais: poesia.
·         Conto de Job (Homenagem a Miguel Torga). 1996
·         Nobre arquitectura. 1997
·         Por este caminho.
·         l do teu corpo: antologia do amor.
·         Poética (1954-2004).
FICÇÃO
·         Rude tempo, rude gente. .
·         A viagem: contos do absurdo.
·         Ossos do ofício.
·         Rio  das sombras
·          
·         Poesia e ficção
·         O pássaro azul: contos e poemas de Natal.
·         As Noites Afluentes 
Ensaio e outras
·         Serviço Nacional de Saúde: uma aposta no futuro, 1978.
·         A condição portuguesa no Diário de Miguel Torga (Conferência), 1984.
·         Onze anos depois de Abril - Reflexão Política, 1985.
·         Para uma visão diacríptica do romance com Miguel Torga.
·         O dia do encontro - No 40.º aniversário da D. U. D. do Homem (Conferência), 1989.
·         Protótipos Torguianos (Conferência), 1990.
·         Estudos Torguianos.
·         Iniciação à advocacia: história, deontologia, questões práticas.
·         Introdução à maçonaria.
·         Estatuto da Ordem dos Advogados:
·         Entre o esquadro e o compasso: três intervenções. 1999.
·         Ética e Direito: algumas questões concretas.
·         Vencer a morte: conferência (seguida de três poemas).
·         Fernando Pessoa e a Maçonaria.
Antologias - Participou na organização das seguintes antologias:
·         Imaginários Portugueses: antologia de autores portugueses contemporâneos. Com outros.
·         Cântico em Honra de Miguel Torga. Com Rui Mendes.


quarta-feira, 9 de maio de 2018

NADINE - FELIZ ANIVERSÁRIO


Á
À NOSSA NETA MAIS VELHA:

Como num sonho encantado,
Os avós lembram-se como se fosse hoje
do nascimento da primeira princesinha da família,
- NADINE -
Delicada como uma pétala de rosa,
Cresceu sempre alegre, feliz,
Falando em voz doce, maviosa.

Os avós lembram-se como se fosse hoje
Quando a princesinha
deixou cair sorvete no carro da vovó

Por esta travar com força
E a princesinha linda, triste embora
Soube defender-se com delicadeza
Naquela hora:
“Vovó, não é mia cupa, não é cupa minha,
E teve uns sapatos “pia gaínha”,
Como o vovô Tó os batizou,
E ela riu feliz, tanta graça achou,   
Como qualquer princesinha.

Nadine cresceu,
De princesa transformou-se em rainha
E encontrou o seu príncipe encantado,
Passou a rainha Mãe
Feliz, realizada,
exaltando sem saber suas virtudes,
Notabilizando-se sem vaidade,
Com sentimentos fortes e profundos
Capaz de chorar nas horas tristes e difíceis
- porque as estradas da vida não são atapetadas de rosas –
Mas limpando as lágrimas decidida,
pronta a lutar pelos seus melhores sonhos,
Com a mesma facilidade com que os supera,
Como qualquer extraordinária mulher.

Nadine,
Que este dia se repita por muitos e bons anos
Que te tragam realizações pessoais
E sempre alegria,
Que com paz e sabedoria
Continues a alcançar o que desejas,
Porque mereces o melhor
Recebe um entrançado abraço
Com doçura e amor dos avós

CelesteCortez e TóCortez-Silvestre.
   


sexta-feira, 4 de maio de 2018





SIDÓNIO MURALHA - Escritor, poeta. Nascido na Madragoa, Lisboa, em 1920, tira o curso de comércio e arranja emprego em Portugal. Em 1944 vai viver para a Bélgica, onde estuda. Mais tarde segue para o Brasil, onde publica livros de ficção e poesia para crianças.  Veio a falecer em Curitiba em 1982.

Entre os livros editados para crianças estão:
A Dança dos Pica-Paus, A Revolta dos Guarda-Chuvas, Sete Cavalos na Berlinda, Todas as Crianças da Terra, O Trem Chegou Atrasado, Os Três Cachimbos, A televisão da bicharada, O Companheiro, A amizade bate à porta, Valéria e a vida, Bichos, bichinhos e bicharocos, Um personagem chamado Pedrinho, Voa pássaro, voa, Catarina de todos nós, Helena e a cotovia, Terra e mar vistos do ar, O rouxinol e sua namorada.
Entre os livros editados para crianças estão:
A Dança dos Pica-Paus, A Revolta dos Guarda-Chuvas, Sete Cavalos na Berlinda, Todas as Crianças da Terra, O Trem Chegou Atrasado, Os Três Cachimbos, A televisão da bicharada, O Companheiro, A amizade bate à porta, Valéria e a vida, Bichos, bichinhos e bicharocos, Um personagem chamado Pedrinho, Voa pássaro, voa, Catarina de todos nós, Helena e a cotovia, Terra e mar vistos do ar, O rouxinol e sua namorada.

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