MONDAY MURAL
This mural is situated in Cascais, one of the loveliest places in Portugal, not far away from Lisbon.
This mural means a child writing "LIFE", but instead of writing the real word, she wrotes "LÁIFE" as the pronunciation. Then, carry on in portuguese: This story you are the author.
Really, each one os us, is an author of her/his story, I believe.
Thanks for coming to visit this blog. In this blogue I have some comments to my novels, which you can read easily because I have a translator for your language. For now you have acess to only the comments but one day you will read my novels. I wrote them in portuguese, but I hope one day somebody will translate them and a good editor will publish them. By the weay, the titles are: O Meu Pecado (My Sin) and Mãe Preta (Black Mother).
Celeste Cortez
terça-feira, 30 de abril de 2019
quarta-feira, 24 de abril de 2019
CONTO - O BOLO DA MÃE; por Carlos Brandão de Almeida
Por: Carlos Brandão de Almeida
Ela, feliz por me ter junto de si, fez questão de me mostrar
as bem cuidadas instalações do lar, onde não faltava um aprazível e florido
jardim.
Quando, terminada a visita, ia a sair, reparei que, num
recanto do parque, estava um residente sentado numa cadeira de rodas. Era a
imagem da melancolia aquele olhar perdido no horizonte.
Ao passar, o ancião encarou-me com um olhar triste, embora
com uma doçura a clamar uma palavra afectiva. Tinha uns lindos mas cansados
olhos verdes e umas trémulas mãos apoiadas na cadeira. Não resisti a
dirigir-lhe uma saudação. Reconhecido, franqueou-me um gentil sorriso e
abriu-me assim o coração:
- Meu filho, depois de noventa e dois anos de uma existência
activa, estou a chegar ao fim da jornada. Nada mais espero da vida a não ser
uma palavra amiga de quem por aqui passa.
- Não pense assim, caro senhor, a vida ainda lhe vai trazer
gostosas alegrias, verá…
-
Talvez, jovem amigo, não será fácil. Mas, já que falou numa gostosa alegria, eu
logo pensei num desejo que desde há muito anseio ver concretizado.
- Ah! Está vendo: afinal sempre ambiciona alguma coisa!
- Pois almejo alguma coisa, querido amigo, só que é um
desejo que não me parece realizável.
-Essa agora, por que será irrealizável?
-Eu lhe digo: o que eu mais queria era um bolo igual àqueles
que a minha mãe fazia. Não desses que se confecionam aqui no lar, nem daqueles
que as visitas trazem, muito recheados e enfeitados. Era daqueles que se batem
à mão e sem recheio nenhum. Olhe, amigo: daqueles que eu comia quentinhos,
olhando os buraquinhos que se formavam na massa e sentindo o gosto dos ovos
frescos e o doce açúcar mascavado. Era a hora que eu mais adorava em casa:
bolinho cheiroso e caneca de café preto!
Inevitáveis lágrimas de amargas saudades caíram dos cansados
olhos do nonagenário.
Despedi-me, angustiado, com um até breve.
No caminho para casa não me saía da cabeça o desejo do
velhote. Como eu gostaria de o satisfazer. Mas eu não sei cozinhar e ele também
não gosta dos bolos das pastelarias.
Quando cheguei a casa, contei, com notório entusiasmo, o
episódio à minha mãe que me pareceu ter ficado sensibilizada.
- Filho – disse-me ela – afinal que bolo é que o teu amigo
deseja?
Rejubilei ao ver que a minha mãe se prontificava a
confeccionar o bolo para o solitário idoso.
- Olha mãe, não te sei dizer que género de iguaria é. Só te
posso explicar que esse bolo tem que ter o sabor de uma vida inteira!
Ignoro como. Apenas sei que a minha mãe conhecia esse sabor.
E fez um bolo lindo, bem cheirosinho!
Embrulhei-o muito bem para não esfriar e manter o delicioso
perfume.
Ao chegar ao lar encontrei o meu novo amigo no mesmo lugar,
ausente com o olhar perdido no horizonte.
Surpreendido, aceitou gostosamente reconhecido, aquela
viagem para as suas doces lembranças. E aqueles lindos olhos verdes
rejuvenesceram e voltaram á perdida infância, amenizando a solidão daquele
ancião desencantado.
Para partilhar o deleitamento, providenciei umas canecas de
café, convidei a minha amiga e, os três, celebrámos o embarque do nosso amigo
para um maravilhoso passado.
Quando ele me confessou que o bolo estava delicioso eu
limitei-me a responder:
- Pois está, querido amigo, este bolo também foi feito por
uma mãe!
Carlos
Brandão de Almeida
Algueirão, 2019-04-24
domingo, 14 de abril de 2019
CONTO: ABRA OS SEUS OLHOS, por Carlos Brandão de Almeida
ABRA OS SEUS
OLHOS, por Carlos Brandão de Almeida
O
|
dono de um pequeno comércio, amigo do grande
poeta Olavo Bilac,(*) abordou-o certo dia na rua e pediu-lhe:
- Senhor Bilac,
os anos vão passando e eu estou-me a sentir cada vez mais cansado. Por essa
razão estou a pensar vender a minha quintinha que o senhor tão bem conhece.
Será que o amigo Bilac me poderia redigir o anúncio para o jornal?
O poeta fez um
trejeito de reprovação mas, compreendendo a razão invocada pelo amigo, aquiesceu
no pedido e prontificou-se a redigir o anúncio.
À sua secretária
visionou a bucólica e idílica propriedade e escreveu:
“Vende-se
encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso
arvoredo, cortado por cristalinas e marejantes águas duma sinuosa ribeira. A
casa; banhada pelo Sol nascente, oferece a sombra tranquila nas tardes, numa
repousante varanda corrida”
No dia seguinte,
Olavo Bilac, fez chegar o projecto do anúncio ao seu amigo.
Tempos depois,
encontrou, de novo o comerciante e perguntou-lhe se já tinha vendido a
quintinha.
- Nem penso mais
nisso — disse o homem - quando li o anúncio que o senhor escreveu é que percebi
a maravilha que ali tinha!
Muitas vezes
temos os olhos fechados e não prezamos as coisas boas que possuímos e vamos impensadamente
atrás de miragens e falsos tesouros.
Amigo leitor:
convido-o a fazer um pequeno exercício. Calma e serenamente avalie tudo aquilo
a que lhe foi atribuída a faculdade de desfrutar. Coisas e pessoas. Valorize o
que tem a pessoa que está ao seu lado; a família que Deus lhe deu; os amigos
que consigo convivem; a Pátria onde nasceu; o emprego que lhe providencia o
sustento; a sua saúde; os conhecimentos e a experiência de vida que já
adquiriu; o sorriso dos filhos ou dos netos, enfim, tudo aquilo que o Criador
nos proporciona diariamente. E desfrute disso tudo com redobrado e reconhecido
prazer.
Lembre-se de que
só quando perdemos um bem é que sentimos a sua falta. E, por nada deste Mundo
venda a sua “quintinha” de amor, de afectos e de agradecimento por estar
vivo e poder usufruir de tanta coisa boa que foi posta à sua mercê.
Por favor, abra bem os seus olhos... (Carlos Brandão de Almeida).
Aproveitamos para lhe falar de OLAVO BILAC, nasceu no Brasil, foi Poeta, Orador. Um dos fundadores da na Academia de Letras do Brasil.
quinta-feira, 11 de abril de 2019
sábado, 6 de abril de 2019
HOMENAGEM A ANDREIA A. S. DONADON-LEAL
Com meus amigos - irmãos nas letras : Gabriel Bicalho (à esquerda da foto) e Andreia Donadon Leal (à direita), quando me foi entregue a MEDALHA e DIPLOMA da ALACIB - ACADEMIA DE LETRAS, ARTES E CIENCIAS BRASIL, em 2013.
Homenagem a JOSÉ LUIZ FOUREAUX DE SOUZA JÚNIOR
HOMENAGEM A UM AMIGO
JOSÉ LUIZ FOUREAUX DE SOUZA JÚNIOR
JOSÉ LUIZ FOUREAUX DE SOUZA JÚNIOR
-Graduado em Letras, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1985); Mestre em Teoria da Literatura, pela Universidade de Brasília (1988); Doutor em Estudos Literários-Literatura Comparada, pela Universidade Federal de Minas Gerais (1995), Pós-doutor em Literatura Comparada, pela Universidade Federal Fluminense (2004), Pós-Doutor em Literatura Portuguesa, pela Universidade de Coimbra (bolsista da Capes), Leitor de Português, na Universidade de Zagreb, em Zagreb (Croácia, 2008-2010), membro efetivo do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais-MG, membro efetivo da Academia de Letras, Artes e Ciências do Brasil-Mariana, diretor cultural da Sociedade Brasileira de Poetas Aldravianistas; membro correspondente da Academia de Letras e Artes de Portugal-Cascais; membro correspondente da Academia Portuguesa de Ex libris. Atualmente, Professor Titular de Literatura Portuguesa e Comparada, na Universidade Federal de Ouro Preto; membro do Conselho Editorial da Revista Literatura e Debate, do Curso de Pós-graduação em Letras, da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (Frederico Westphalen); membro do conselho editorial da revista eletrônica Jangada (http://www.revistajangada.com.br/). Tem experiência na área de Estudos Literários, com ênfase em Literatura Luso-Brasileira e Literatura Comparada, atuando principalmente nos seguintes temas: teoria, crítica, comparatismo, sexualidade, historiografia e leitura.
quinta-feira, 14 de março de 2019
A ESPERTEZA DO OLEIRO
A ESPERTEZA DO OLEIRO, por Carlos Brandão de Almeida
História ficcionada, como lhe chama o autor. Ele leva-nos a acompanhá-lo ensinando-nos como proceder, o que mais nos parece pura realidade.
Desejo que gostem tanto deste artigo como de todos os outros escritos pelo mesmo autor. Para ele, o meu obrigada, Carlos.
- Estas peles são para levar ao curtidor – disse ele ao Ambrósio que já não estava nada satisfeito.
Passado algum tempo, o Requelindo volta à vivenda transportando um monte de peles mal cheirosas.
- Ó Requelindo, também vais pôr isso no anexo? Olha que as outras peles ainda aí estão e deitam um cheiro pestilento…
-Não tenho outro sítio onde as guardar até que vá ao curtidor –
responde o oleiro.
- Mas o cheirete vai aumentar e as moscas já me invadem a casa. Começa a tornar-se intolerável a situação. Tens que retirar todas as peles rapidamente senão chamarei a polícia – ameaçou o avarento.
- Faça como entender. Limito-me a utilizar a minha propriedade –
rematou o Requelindo.
A polícia chamada, deu razão ao oleiro.
Daí a algum tempo o oleiro volta com mais peles verdes, horrivelmente fedorentas.
O cheiro era de tal forma fétido que o infeliz do Ambrósio, impedido de actuar legalmente contra o oleiro, não teve outro remédio senão abandonar a casa.
E, para não perder tudo, vendeu a casa ao Requelindo por um preço ainda mais baixo do que comprara.
Desta historieta ficcionada podemos extrair três conclusões:
A primeira reporta-se ao comprador da casa. O Ambrósio revelou-se um homem insensível ao apelo do oleiro para lhe prolongar o prazo do pagamento da dívida. Foi ganancioso e oportunista, receando perder a oportunidade de, por pouco dinheiro, ficar com a apetecida propriedade.
A estratégia concebida pelo oleiro obrigou-o depois a abandonar a
casa. E, assim, se repôs a justiça moral deste caso.
A segunda conclusão aponta para a esperteza do Requelindo que,
vendo-se explorado pelo agiota, arquitectou um sábio estratagema,
juridicamente inatacável, que lhe devolveu a propriedade e infligiu uma justa lição ao especulador.
A última conclusão leva-nos a meditar sobre a insensatez do usurário ao aceitar partilhar a casa. Foi alarve ao negligenciar a segurança do negócio que, por essa razão, se veio a revelar ruinoso. Esta atitude
alerta-nos para as facilidades que por vezes, inadvertidamente,
facultamos aos outros e que nos veem a sair ruinosas.
Por exemplo, ainda recentemente, um jovem comerciante de Ferragudo (Algarve) aceitou ser fiador dum equipamento de milhares de euros adquirido por um cidadão “amigo do peito”. Na altura de pagar o encargo o “irmão” trapaceiro zarpou, (que é como quem diz, foi para outro país), deixando o fiador numa melindrosa situação económica. Muitos são os casos idênticos a
este que sucedem às pessoas de boa vontade. Não se rejeita,
obviamente, a ajuda solidária a alguém necessitado de auxílio.
Mas, é prudente averiguar, com rigor, a situação a quem se credita
para não sermos vítimas de desagradáveis surpresas.
Aceitar a partilha de uma propriedade revelou-se ruinoso para o
confiante comprador.
É bom aprender a dizer não! Quando se sabe negar, dizer sim tem um gosto mais saboroso.
Carlos Brandão de Almeida
2019.03.11
História ficcionada, como lhe chama o autor. Ele leva-nos a acompanhá-lo ensinando-nos como proceder, o que mais nos parece pura realidade.
Desejo que gostem tanto deste artigo como de todos os outros escritos pelo mesmo autor. Para ele, o meu obrigada, Carlos.
O Requelindo, oleiro de profissão, tinha herdado de seus pais uma casa. Era uma vivenda airosa situada perto das arribas do litoral sintrense. A paisagem que se desfrutava do morro, vendo e ouvindo o clamor do irrequieto oceano era um deslumbramento. Tinha um florido jardim à frente e, na rectaguarda, um pequeno quintal no qual fora construído um exíguo anexo. O Requelindo ali guardava todas as peças de olaria que, pacientemente, ia moldando mas que não conseguia vender.
figuras de barro fora ruinoso. A má fortuna batera-lhe à porta e o
esforçado oleiro viu-se forçado a recorrer a um prestamista – o
Ambrósio - para solver as suas dívidas.
O especulador era um homem sem escrúpulos que só via o lucro à sua frente. Para fazer a transacção exigiu, como garantia, a hipoteca de metade do valor da habitação.
Infelizmente, a sorte continuava arredia do pobre oleiro que não via jeito de satisfazer a divida.
O ganancioso Ambrósio já esfregava as mãos de contente por antever a possibilidade de se apropriar da bela propriedade. Por isso, recusou ao Requelindo qualquer adiamento para o pagamento do empréstimo.
Atingido o fim do prazo o Ambrósio, detentor já de parte da casa,
propôs ao Requelindo adquirir o restante do imóvel.
Amargurado, o pobre do oleiro viu-se obrigado a aceitar a venda da moradia por um preço irrisório. Mas, à cautela, antes de firmar o acordo final, resolveu impor uma condição:
- Qual é a condição que propões? Mais dinheiro não te dou. Quero-te é longe da casa, ouviste?
- Não lhe peço mais dinheiro. Vendo-lhe a casa mas desejo prosseguir como dono do pequeno anexo do quintal, pois preciso continuar a guardar ali os meus bonecos de barro e outras coisas.
- Olha, Requelindo, isso não me agrada nada. Mas aceito desde que não venhas com muita frequência ao anexo. Que dizes?
- Não, não me servirei dele com muita frequência.
O Ambrósio, querendo acelerar o processo e não vendo grande
inconveniente na cedência da pequena barraca, concordou com a proposta.Assinaram o contrato de venda perante o notário no qual figurava a cláusula restritiva da propriedade.
Satisfeitíssimo, o Ambrósio instalou-se na sua nova casa com toda a família, usufruindo, deliciado, da vista deslumbrante e da fresca
brisa marítima.
Um belo dia, apresentou-se o Requelindo e pediu para se dirigir ao anexo.
- Com certeza, amigo, entra! – acedeu prazenteiramente o proprietário.
O Requelindo acercou-se do pequeno anexo e nele depositou um embrulho.Umas semanas mais tarde, regressou com uns sacos de plástico e uma bilha.Na vez seguinte, chegou com uma porção de peles de coelho, ainda por curtir.- Estas peles são para levar ao curtidor – disse ele ao Ambrósio que já não estava nada satisfeito.
Passado algum tempo, o Requelindo volta à vivenda transportando um monte de peles mal cheirosas.
- Ó Requelindo, também vais pôr isso no anexo? Olha que as outras peles ainda aí estão e deitam um cheiro pestilento…
-Não tenho outro sítio onde as guardar até que vá ao curtidor –
responde o oleiro.
- Mas o cheirete vai aumentar e as moscas já me invadem a casa. Começa a tornar-se intolerável a situação. Tens que retirar todas as peles rapidamente senão chamarei a polícia – ameaçou o avarento.
- Faça como entender. Limito-me a utilizar a minha propriedade –
rematou o Requelindo.
A polícia chamada, deu razão ao oleiro.
Daí a algum tempo o oleiro volta com mais peles verdes, horrivelmente fedorentas.
O cheiro era de tal forma fétido que o infeliz do Ambrósio, impedido de actuar legalmente contra o oleiro, não teve outro remédio senão abandonar a casa.
E, para não perder tudo, vendeu a casa ao Requelindo por um preço ainda mais baixo do que comprara.
Desta historieta ficcionada podemos extrair três conclusões:
A primeira reporta-se ao comprador da casa. O Ambrósio revelou-se um homem insensível ao apelo do oleiro para lhe prolongar o prazo do pagamento da dívida. Foi ganancioso e oportunista, receando perder a oportunidade de, por pouco dinheiro, ficar com a apetecida propriedade.
A estratégia concebida pelo oleiro obrigou-o depois a abandonar a
casa. E, assim, se repôs a justiça moral deste caso.
A segunda conclusão aponta para a esperteza do Requelindo que,
vendo-se explorado pelo agiota, arquitectou um sábio estratagema,
juridicamente inatacável, que lhe devolveu a propriedade e infligiu uma justa lição ao especulador.
A última conclusão leva-nos a meditar sobre a insensatez do usurário ao aceitar partilhar a casa. Foi alarve ao negligenciar a segurança do negócio que, por essa razão, se veio a revelar ruinoso. Esta atitude
alerta-nos para as facilidades que por vezes, inadvertidamente,
facultamos aos outros e que nos veem a sair ruinosas.
Por exemplo, ainda recentemente, um jovem comerciante de Ferragudo (Algarve) aceitou ser fiador dum equipamento de milhares de euros adquirido por um cidadão “amigo do peito”. Na altura de pagar o encargo o “irmão” trapaceiro zarpou, (que é como quem diz, foi para outro país), deixando o fiador numa melindrosa situação económica. Muitos são os casos idênticos a
este que sucedem às pessoas de boa vontade. Não se rejeita,
obviamente, a ajuda solidária a alguém necessitado de auxílio.
Mas, é prudente averiguar, com rigor, a situação a quem se credita
para não sermos vítimas de desagradáveis surpresas.
Aceitar a partilha de uma propriedade revelou-se ruinoso para o
confiante comprador.
É bom aprender a dizer não! Quando se sabe negar, dizer sim tem um gosto mais saboroso.
Carlos Brandão de Almeida
2019.03.11
Subscrever:
Mensagens (Atom)




