Fernando Pessoa, um dos maiores poetas portugueses quiçá mundiais ao lado de Luís de Camões, inspira o artista português AkaCorleone, nome famoso na arte urbana (pintura de murais). Nesta pintura, representa "Desassossego", um livro do famoso escritor. A pintura situa-se na Rua Damasceno Monteiro, 21 no Bairro da Graça, em Lisboa e foi feito em 2015.
Para ver outros murais por favor visite o blog da Sami.
* * * * * * * * *
Fernando Pessoa, perhaps one of Portugal's greatest poets alongside Luís de Camões, inspired the Portuguese artist AkaCorleone to create this mural.
In this mural he represents "Desassossego" (Restlessness), a book by the famous poet. The mural is located at Rua Damasceno Monteiro 21, Bairro da Graça, Lisbon, and was painted in 2015.
For other murals from around the world please check Sami's blog.
Fernando Pessoa, 1888-1935, foi poeta, filósofo, dramaturgo, tradutor, ensaísta, critico literário, etc. A sua obra mais famosa é: MENSAGEM.
Coordenado por Celeste Cortez, autora de romances, poesia e literatura infantojuvenil.
o seu livro faz parte da lista dos livros que os meninos do 5.º ano, da Escola Básica de Carregal do Sal, têm de ler no âmbito do Projeto de Leitura da disciplina de Português.
Aldravia é um poema minimalista, que tem apenas o máximo de 6 palavras, considerando-se cada uma delas um verso. Não são frases, é poesia onde se preconiza que se adivinhe mais do que se escreve. Normalmente suprimem-se os artigos definidos e indefinidos. Não leva pontuação, tais como ponto final, virgula, mas admite-se que leve ponto de exclamação ou interrogação se a escrita, por si própria, não o contiver. Por vezes poderá usar-se a pontuação dois pontos, ou seja : mas temos a certeza que até nem é necessário. Aqui fica a ALDRAVIA, ou seja um poema ALDRAVISTA, de uma poeta ALDRAVIANISTA, que é a escritora CelesteCortez, coordenadora deste blogue desde o seu início em 2011.
A POESIA ALDRAVISTA - A ALDRAVIA - é um pequeno poema de condensada poesia - que foi inventada no Brasil no ano 2010 e tem vindo a destacar-se pelo empenho dos seus autores, que são todos, sem exceção, ativistas culturais e também pela dedicação de muitos poetas que à poesia aldravista se dedicam.
Há quem pense que esta poesia é feita de frases! Puro engano. É como referido acima, poesia condensada num mínimo de palavras um exponencial de ideias, como preconizaram alguns poetas, com destaque para Ezra Pound.
Naturalmente que as palavras estão todas escritas, inventar palavras será um tarefa árdua - talvez não impossível se nos aproximarmos dos livros do grande escritor MIA COUTO -, mas não é para todo e qualquer um de nós. No entanto, para se fazer poesia aldravista, além de palavras há que procurar fazer poesia, sem contudo ter de rimar.
Aqui fica o convite: Faça uma aldravia, sem ser uma frase. Se escrever, por exemplo: A minha mãe foi ao mercado, não é poesia, embora sejam, como deve ser a poesia aldravista, 6 palavras. Não esqueça que além de serem 6 palavras, devem ser todas, "todas", escritas com letra minúscula, a não ser que se trate de um nome. É permitido que se possa usar nomes com hífen e apenas contará como se fosse uma palavra única.
Bom dia! Deseja a bloguista, Celeste Cortez , escritora de romances, poesia, crónicas, literatura infantojuvenil.
Dia Mundial da Alimentaçãoé comemorado no dia 16 de outubro, e teve início em 1981. É atualmente celebrado em mais de 150 países como uma importante data para consciencializar a opinião pública sobre questões relativas à nutrição e à alimentação.
Desde 1981, o Dia Mundial da Alimentação adotou um tema diferente a cada ano para destacar as áreas necessárias para a ação e fornecer um foco comum. A maioria dos temas gira em torno da agricultura porque apenas os investimentos na agricultura - juntamente com o apoio à educação e à saúde - poderão conduzir à erradicação da fome e da má nutrição.
Os temas abordados até agora foram:
1981: A comida vem primeiro.
1982: A comida vem primeiro.
1983: Segurança alimentar.
1984: Mulheres na agricultura.
1985: Pobreza rural.
1986: Pescadores e comunidades pescadoras.
1987: Pequenos produtores agrícolas.
1988: Juventude rural.
1989: Comida e ambiente.
1990: A comida e o futuro.
1991: árvores para vida.
1992: Comida e nutrição.
1993: Colhendo a diversidade da natureza.
1994: Água para a vida.
1995: Comida para todos.
1996: Lutar contra a fome e subnutrição.
1997: Investir na segurança alimentar.
1998: As mulheres alimentam o mundo.
1999: Juventude contra a fome.
2000: Um milênio sem fome.
2001: Combater a fome para reduzir a pobreza.
2002: Água: fonte de segurança alimentar.
2003: Trabalhar em conjunto por uma aliança internacional contra a fome.
2004: Biodiversidade para a segurança alimentar.
2005: Agricultura e diálogo intercultural.
2006: Investindo na agricultura para a segurança alimentar.
2007: O direito à comida.
2008: Segurança alimentar mundial: os desafios das mudanças climáticas e os biocombustíveis.
2009: Alcançar a segurança alimentar em tempos de crise.
2010: Unidos contra a fome.
2011: Os preços dos alimentos - da crise à estabilidade.
2012: Cooperativas agrícolas – a chave para alimentar o mundo.
2013: Sistemas sustentáveis agrícolas para a segurança alimentar e nutricional.
2014: Agricultura familiar: alimentar o mundo, cuidar da Terra.
2015: Proteção social e agricultura: quebrando o ciclo da pobreza rural.
2016: Mudanças climáticas: "O Clima está mudando. A alimentação e a agricultura precisam mudar também".
2017: Mudar o futuro da migração. Investir em segurança alimentar e desenvolvimento rural.
2018: As nossas ações são o nosso futuro. Um mundo com fome zero para 2030 é possível.
Neste mural, na empena de um prédio de 4 andares, no Bairro da Torre - o ex-bairro problemático de Cascais há 60 anos mas recuperado pelos maravilhosos 24 murais ali pintados, foi pintado um CAPITÃO DA MARINHA, homenagem às gentes antigas de Cascais, que eram pescadores e varinas (vendedoras de peixe).
No longínquo ano de 1364, os homens-bons, pediram ao Rei D. Pedro I, que os libertasse da sujeição de SINTRA.
O pedido foi concedido por D.Pedro I e Cascais elevada a Vila a 7-6-1364. Este mural foi pintado pelo artista PortuguêsDaniel Eime.
This mural, painted on the lateral wall of a 4-storey building, in Bairro da Torre - the former problematic neighbourhood of Cascais for 60 years but recovered by the wonderful 24 murals painted there, a Marine Captain was painted, in homage to the ancient people of Cascais who were fishermen and fish sellers.
In the distant year of 1364, the good men asked King D. Pedro I to release them from the subordination of the town of SINTRA.
The request was granted by King D. Pedro I and Cascais was raised to Vila in June 1364, when it achieved independence from Sintra.
This mural was painted by the Portuguese artist Daniel Eime.
For other murals from around the world please check Sami's blog.
domingo, 4 de outubro de 2020
Bandeira
de Portugal é o símbolo da Pátria Portuguesa, por Celeste Cortez
DIA
5 DE OUTUBRO DE 1910 – Algum tempo depois da Revolução do 5 de outubro de
1910, que derrubou a monarquia (no poder o rei D.Manuel II após ter sido
assassinado seu pai o rei D.Carlos I, a 1-2-1908, e seu irmão, o Príncipe Real
D. Luis Filipe herdeiro do trono, no Terreiro do Paço, em Lisboa, a bandeira
portuguesa, que tinha passado por diversas alterações e cores, passou a ser
verde-rubra. ( com o escudo amarelo.
Constituiu-se
um governo provisório chefiado por Teófilo Braga.
Foi
nomeada uma comissão de cinco membros para estudarem e apresentarem um
relatório, para a escolha de um símbolo para representar o país. O símbolo tem de
representar o povo, a sua alma (lusa no nosso caso), o seu caráter, a sua
tradição a sua história, as suas ideias de independência, de constituição
social, de regime político, de domínio. Tem ainda de evocar o seu passado, ser
a imagem fiel do presente e dar um prognóstico do futuro.
Tendo
em atenção que as cores republicanas eram vermelha e verde, a comissão
pronunciou-se pela cor:
Vermelha:
por associar essa cor que esteve presente na bandeira portuguesa desde o nosso
rei D.João II, ligando-se assim à epopeia gloriosa dos Descobrimentos,
classificando-a como cor combativa, quente, cantante,viril, ardente, alegre.
Verde:
Cor do futuro, adotada pelo positivismo e pelas instituições que, no século
XIX, pugnavam pela filosofia política de Auguste Comte, como a maçonaria e,
também por a cor verde e a vermelha terem sido cores dosideais, dos
partidos e das instituições que tinham preparado e consagrado a revolução.
Cor
branca: Nunca esteve em dúvida continuar a usar-se branco na
Bandeira de Portugal. Assim, temos o escudo posicionado num fundo de cor branca.
O
escudo: A comissão achou por bem conservar o escudo das
armas nacionais, retirando-lhe, naturalmente,a coroa real, poisando o escudo das armas nacionais sobre uma esfera
armilar, como já o tinha feito D.João VI, o que se entendia como símbolo da
epopeia ultramarina e do império, padrão
do génio do português aventureiro, sonhador e da sua façanha épica.
A
29-11-1910 foi aprovado o projeto da bandeira verde e vermelha.
A
FESTA DA BANDEIRA foi no dia 1º. de dezembro, primeiro feriado em que se
celebrava a INDEPENDENCIA DE PORTUGAL (1640 - dos reis espanhois, Filipe I, II
e III, descendentes do nosso Rei D.Manuel I). Houve desfile militar.
Embora este artigo
não refira outras bandeiras e estandartes anteriores, não deixa de ser um
resumo sobre a atual bandeira de Portugal.
Com aimplantação
da República a 5-10-1910, a canção “A
Portuguesa” voltou a ouvir-se nas ruas. Foi consagrada como Hino Nacional
em 19 de junho de 1911 pela Assembleia Constitutiva.
Quer
sejamos monárquicos ou republicanos, devemos sempre respeitar o simbolo da
nossa Pátria, a Bandeira Portuguesa. VIVA PORTUGAL!