segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

FLORES - belezas da natureza

                         
Fotos tiradas por Tó Cortez para o site OLHARES. Outras (fotos) tiradas pela autora deste blogue.
  1. Adivinhe a quem pertence cada uma delas?
Há uma foto que não foi tirada por nós. Por lapso foi parar aos nossos albuns e não sabemos a quem pertence. Se lhe pertencer diga, que eu devolvo-lha.
   
     2-Viaje por esta página devagarinho. Delicie-se com estas cores maravilhosas. Indique no espaço COMENTÁRIO qual a foto que não foi tirada por nós.

     3-Qual a flor que escolheria como sendo a mais bonita?   

           BELEZAS DA NATUREZA  

Flores selvagens,singelas



Flores murchas
 


Flores irmãs, da mesma roseira, porém de cores diferentes

flores simples de cor vibrante

flores de variegadas cores



flores em molhos



flores simples agrupadas

flores em cacho
                                 flores que dão frutos

Homenagem - a minha - a JOÃO SILVA


 JOÃO SILVA, fotojornalista luso-sulafricano, andou durante dez anos no Afeganistão a filmar cenas de guerra, sempre na frente de combate.
Num acidente, perdeu as duas pernas, depois de ter pisado uma mina. 
Na altura continuou a fotografar.

O João trabalhava por conta do jornal New York Times, é casado, tem filho (ou filhos).
Foi agraciado por Barak Obama no ano 2011.

João Silva reuniu toda a sua obra e fez uma exposição no Centro Português de Fotografia, no Porto, que foi inaugurada no dia 7 do corrente mês de Janeiro.

João Silva é um homem cheio de coragem e tenacidade, sorrindo, levando a sua vida em frente.
Acabámos de o ver e ouvir numa entrevista à R.T.P., depois do telejornal de hoje, 2ª. feira, dia 30 de Janeiro de 2012.

Um homem, ao contrário do que muitos julgam não é apenas um produto dos seus próprios méritos. Não basta para o formar um conjunto de qualidades, é também preciso um conjunto de circunstâncias. As circunstâncias neste caso não foram favoráveis ao João Silva, mas ele tentou e tenta ultrapassar os problemas todos os dias. Parabéns João Silva. Deus o acompanhe sempre.  




PARABÉNS!!!

O blogue LETRAS À SOLTA... (clicar em http://celestecortez.blogspot.com/), tinha desde 15 de Julho de 2011 até ontem dia 28 de Janeiro, sábado à noite, já madrugada de domingo (deitei-me às 2 da manhã)9.958 visitantes. Fiquei encantada, pensando que no domingo, chegaria aos 10.000.

Só consegui abir o blogue às 18 horas de domingo. Quando fui verificar o contador, já tinha 10.058 visitantes. Uau! Nem me deu tempo de festejar os 10.000. NÃO POSSO DEIXAR DE COMEMORAR, AGRADECENDO AOS VISITANTES.  

A todos os visitantes, os meus mais sinceros agradecimentos. E voltem sempre. Eu voltarei também para finalizar alguns artigos e para colocar outros.

Não se esqueçam que os artigos - salvo alguns lapsos - estão distribuídos por:

Página inicial - artigos diversos;
Poemas - poetas e poemas diversos, meus e de outros poetas;
Homenagens - quase sempre um adeus aos que partiram;
Saúde - artigos sobre a saúde pela natureza, conforme dou aulas aos meus alunos na Universidade Sénior;
Livros publicados: refere os meus livros, os seus preços e todos os detalhes àcêrca do pedido dos leitores e do meu envio.
Também pode escolher no arquivo por nomes. E poderá ainda escolher ao fundo de cada artigo, um artigo pelo nome e sua ilustração.

Celeste Cortez
Volte sempre. Eu voltarei também.E mais uma vez: OBRIGADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa....

 

O blogue : http://www.celeste cortez.blogspot.com  foi galardoado em Dezembro de 2011com o troféu ABC. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

MONUMENTOS

Foto tirada a 29-01-2012 por ToCortez para o site OLHARES
SINTRA - Palácio de Monserrate

O Palácio de Monserrate fica situado no Parque com o mesmo nome. Nesta foto, da Torre Sul, vislumbrando-se em 2º. plano a Cúpula do Átrio principal. Tem capela; biblioteca onde se destacam paredes forradas a estantes de madeira de nogueira, cuja porta é em alto-relevo; Sala de bilhar; uma fonte de alabastro dentro do átrio principal, diversos quartos e salas. Tem painéis indianos de alabastro de Deli (estilo mogol) esculpidos, utilizados como biombos. A sua escadaria é uma estrutura de mármore decorada com um padrão de folhas de hera. A cúpula da sala de música, é em estuque com motivos florais dourados e friso com representações das musas e das graças. Azulejos Iznik utilizados nas floreiras.

1540 - construção de capela a Nª.Srª.de Monserrate.A propriedade pertencia ao Hospital de Todos os Santos, de Lisboa; 
1601 - Foral da propriedade à família Mello e Castro;
1718 - Aquisição por D. Caetano de Mello e Castro, comendador de Cristo e Vice-rei da Índia;
1755 - Com o terramoto de Lisboa, as casas da quinta tornaram-se inabitáveis;
1790 - Gerard de Visme, um comerciante inglês rico, detentor da concessão de importação de pau-brasil),  arrenda a Quinta e constrói o 1º.palácio neo-gótico sobre as ruínas da antiga capela;
1793 - William Beckford - 1760-1844, escritor romancista, critico de arte, bibliófilo e construtor excêntrico, conhecido por ser o jovem inglês mais rico do seu tempo, arrenda a propriedade, efectua obras no palácio e começa a criar um jardim paisagístico; (Morre em 1844);
1856 - Sir Francis Cook - 1817-1901 - milionário inglês, comerciante de têxteis, dono de uma das maiores coleções de arte britânicas, comprou a Quinta e promove a construção do Palácio e dos jardins, como residência de verão para a sua família;
1949 - O Estado Português adquire a Quinta e a Tapada, num total de 143 hectares;
1995 - UNESCO classifica a Serra de Sintra, onde se localiza a Quinta de Monserrate, como Paisagem Cultural-Património da Humanidade.
Este Palácio foi visitado por pessoas ilustres, entre as quais destacamos Lord Byron (1788-1824), Poeta anglo-escocês, célebre figura do movimento Romântico, um dos grandes poetas europeus. Visita a Quinta em 1809 e canta a sua beleza no poema "Childe Harold's Pilgrimage"

ARVORES




Oração da Mãe suplicante:

Braços erguidos ao Céu, numa prece de Mãe, ansiando o regresso de seus filhos.  






As fotos seguintes, são da mesma árvore, em dias diferentes. Localizadas no jardim das Romãzeiras, em Cascais, a árvore foi cortada um mês depois de se ter tirado estas fotos.



sábado, 28 de janeiro de 2012

CASCAIS E O SEU TERMO AO LONGO DA IDADE MODERNA

Excerto do livro "Subsídios Monográficos Para Uma HISTÓRIA RURAL CASCALENTE"



Foto de Tó Cortez - Perto da boca do inferno,Cascais
publicada no site OLHARES

do escritor: João Anibal Henriques

..."A localidade de Cascais, rica, ontem como hoje, em potencialidades e belezas naturais, desde cedo despertou a atenção da espécie humana. A amenidade do seu clima, a riqueza das suas águas, a fertilidade das suas terras e a posição privilegiada em que se encontra, foram factores decisivos na criação deste concelho, no qual assume uma posição de natural preponderância. Cascais é, assim, de uma maneira geral, tanto para os que dela são naturais, como para aqueles que nela somente residem, um local com inúmeros atractivos. "

CONTINUA... Voltarei em breve para lhe oferecer mais descrições de Cascais. Volte também se f.f.

Foto de Tó Cortez para o site OLHARES. Pôr-de-sol em Cascais
vendo-se do lado direito a Casa da Guia e o Farol


Hino ao silêncio (Bento XVI) - artigo I


Foto ToCortez para o site OLHARES 





Excertos da mensagem para a Jornada Mundial e das Comunicações Sociais  de 2012 (Bento XVI):

Espigão das Ruivas - Foto de TóCortez para o site OLHARES





Silêncio e palavra (são) dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter o diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. 





Foto TóCortez para o site OLHARES



O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo.
No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos.


Foto TóCortez para o site OLHARES  



Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.











Foto Tó Cortez para site OLHARES 
Calando, permite-se à outra pessoa que
fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias.
Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana








Foto de TóCortez para os sites OLHARES e REFLEXOS

É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa.

No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão.

 

Continuará no ARTIGO II, no fim de semana.
Continue a visitar este blogue. Voltarei também. A autora Celeste Cortez































































Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...