segunda-feira, 6 de julho de 2020
sexta-feira, 3 de julho de 2020
domingo, 24 de maio de 2020
Ecos da leitura do livro: A Viagem do Nicolau pelo Mundo da Fantasia.
"Embora tenha feito o agradecimento por mensagem logo que o
recebi, estou em falta num agradecimento público à minha querida amiga
escritora Celeste Cortez, por quem tenho muita estima,
pelo livro que me enviou da sua estreia na escrita para um público
infanto-juvenil, "A viagem do Nicolau pelo mundo da fantasia".
Recebi-o em fevereiro, chegada de uma grande viagem e logo a seguir se deu a
quarentena..., fiquei de o ler e lhe dar a minha opinião, mas estes 3 meses
foram meses conturbados para todos...
Mas como eu sou como o Nicolau, uma rapariga de palavra,
Mas como eu sou como o Nicolau, uma rapariga de palavra,
entretanto já o li e gostei. Tenho pena de não o poder ler nas minhas leituras video porque é longo demais para esse formato. Mas aconselho os meus ouvintes das As leituras da Mariana - Mariana Storyteller à sua leitura. Contatem a autora para o poderem adquirir.
O pequeno Nicolau aventureiro e sonhador com a teimosia e inconsciência própria de uma criança da sua idade acaba por aprender uma grande lição com o resultado do seu comportamento desobediente e também através de vários encontros sensatos que foi tendo e que o chamaram à razão! É uma pequena viagem de aprendizagens e lições para a vida e da importância de valores como a família, os afetos, o respeito por nós próprios e pelos outros! Um livro que conjuntamente com o estilo das ilustrações de Carla Monteiro, a meu ver "vintage", me transporta para a minha infância para as histórias do Tom Sawyer e para outros livros da minha infância. Uma história de todos os tempos, com ensinamentos para todos os tempos!"
Muito obrigada Celeste Cortez! Forte abraço!
Ficamos à espera de mais aventuras do pequeno Nicolau!
quinta-feira, 21 de maio de 2020
Olga Savary: poeta, não poetisa
Olga Savary: poeta, não poetisa:
Beatriz Azevedo relata seu primeiro e último encontro com a poeta, jornalista e tradutora Olga Savary, que morreu no dia 15 de maio, aos 86 anos
Beatriz Azevedo relata seu primeiro e último encontro com a poeta, jornalista e tradutora Olga Savary, que morreu no dia 15 de maio, aos 86 anos
sexta-feira, 15 de maio de 2020
O BOSQUE - Um ensinamento para refletir - Carlos Brandão de Almeida
O bosque
N
|
A minha profunda ignorância sobre matérias agrícolas
levou-me, para alimentar o diálogo, a fazer comentários pacóvios de crítica às
pessoas que se desleixavam na rega das plantas dos seus jardins. O meu
interlocutor riu-se e esclareceu-me que nem sempre as plantas pedem água. E, a
propósito, contou-me uma história que confessou não saber se era verídica ou
forjada. Ei-la:
Havia um médico que vivia numa casa rodeada por um enorme
terreno. O clinico, nos seus momentos de ócio, gostava de tratar da sua gleba.
Nela plantou uma enorme quantidade de árvores das mais variadas espécies.
Uma vizinha sua que admirava a dedicação do médico pelo seu
torrão, estranhou, no entanto, que ele raramente regasse o sequioso arvoredo.
Pensou então que o vizinho, poderia até ser um bom esculápio, mas não era, de
certeza, um abalizado agricultor. E, na realidade, as pobres das árvores
demoravam muito tempo a medrar.
Um dia, a senhora ganhou coragem e perguntou ao vizinho se
não receava que as árvores morressem de sede.

Assim, segundo a sua teoria, as árvores ganhariam raízes
mais fundas e seriam mais resistentes às intempéries.
A vizinha ficou ciente da explicação mas duvidou dos argumentos
do clínico.
Passaram alguns anos e, entretanto, a senhora foi morar para
casa da filha que ficava longe da sua antiga residência. Nunca mais encontrou o
seu anterior vizinho.
Um dia, a senhora, de passeio com os netos, passou pela rua
onde anteriormente vivera e espantou-se ao ver um bosque que ali não existia
antes. Aproximou-se e constatou que a mata se situava no terreno do médico. O
arvoredo estava pujante e constituía já um bonito parque. Lembrou-se ainda que,
há uns meses atrás, ocorreu um tremendo vendaval que tinha derrubado enorme
número de árvores naquela zona. Aquelas, porém, tinham resistido à tempestade.
Afinal o seu vizinho tivera razão: as dificuldades que
aquelas árvores tiveram ao serem privadas de água pareciam tê-las tornado mais
fortes e resistentes.
REFLEXÃO
Esta história, real ou ficcionada, pode conter um
ensinamento que nos convida a cogitar. Qual ensinamento, questionamos? Tentemos
aplicá-lo aos pais que sempre desejam aplanar, ao máximo, o caminho dos seus
filhos, na tentativa de suprimir as dificuldades e agressões deste mundo e
tornando-lhes a vida o mais fácil possível. Mas, ao eliminarem-lhes os
obstáculos, aniquilam também o poder da sua reação e a criatividade para
ultrapassarem os problemas emergidos.
Será bom para eles superprotegê-los dos entraves que, mais
tarde, poderão atingi-los, sem que eles estejam preparados para lhes resistir?
Ou será mais prudente apetrechá-los com raízes mais fortes e profundas para, quando
as adversidades sobrevierem, a elas resistirem bravamente, ao invés de serem
subjugados e varridos para longe?
Boa tese, para meditação!Carlos Brandão de Almeida
2019-05-29
quarta-feira, 6 de maio de 2020
SÚPLICA À HUMANIDADE , por Celeste Cortez (escritora e poeta de Portugal)
livro a editar brevemente.
Eis que a natureza se revolta
Contra as injustiças dos homens
E em oposição à omnisciência da
sociedade
Que pensa que tudo sabe, no culto
do poder,
Deixando o mais pequeno de fome
morrer.
Um minúsculo vírus que se propaga,
bicho que não se vê a olho
normal,
põe uma civilização de milénios
totalmente de pernas para o ar
-
Não
é a primeira vez
-
E
não será a última
-
Para
nosso mal e nosso bem
Quando esta pandemia acabar
Tenhamos aprendido a lição
Que o amor, apenas o amor, reine
em cada coração,
Que a humildade e a bondade
façam parte do futuro que nos é
oferecido
não se continue com a onda da
poluição,
e
consiga igualar-se todo o ser
humano, a humanidade
Aproveitando o tempo do tempo que
nos foi dado
para trabalhar e viver em paz,
Aprenda a humanidade a fazer o
que devia ter sido feito
Porque virá o tempo
-novamente-
Em que alguém (lhe) perguntará :
-
O
que fizeste do teu tempo?
E ninguém saberá nem terá tempo de
responder,
Porque parou o tempo
Deixou de haver tempo para viver.
Celeste Cortez © direitos
reservados-livro em publicação.
Se copiar, terá de associar ao texto ou mesmo a parte dele, o nome da autora.
Celeste Cortez, é escritora, com livros publicados: romances, poesia, crónicas, literatura infantojuvenil.
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terça-feira, 5 de maio de 2020
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