terça-feira, 3 de novembro de 2015

HOMENAGEM AO CINEASTA - JOSÉ FONSECA E COSTA (Angola 1933-Portugal 2015)

HOMENAGEM AO CINEASTA :
JOSÉ FONSECA E COSTA


          JOSÉ FONSECA E COSTA, nasceu em Angola a 27 de Junho de 1933, faleceu em Lisboa a 01-11-2015, no Hospital de Santa Maria, vítima de pneumonia, na sequência de uma pré-leucemia, segundo os jornais.

Veio para Portugal com 12 anos. Frequentou a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, entre 1951 e 1955, mas acabou por trocá-lo para se dedicar à sétima arte.

Membro da Direcção do Cineclube Imagem, fez crítica cinematográfica nas revistas Imagem e Seara Nova.
Traduziu para português livros da autoria de Sergei Eisenstein e Guido Aristarco, além de alguns romances, como Il Compagno, de Cesare Pavese, e Passione di Rosa, de Alba de Cespedes.
O seu percurso profissional tem início em Itália, nos anos 60, num estágio com Michelangelo Antonioni no filme “L' Eclisse” (“O Eclipse”). Inicialmente, ficaria conhecido pelo seu trabalho como documentarista e realizador de filmes publicitários.
Sócio-fundador do Centro Português de Cinema, é um dos pioneiros do movimento do Novo Cinema em Portugal. A sua carreira ficou marcada por filmes como “O Recado” (1972), “A Mulher do Próximo” (1988) e “Cinco Dias, Cinco Noites (1996). Mas seria “Kilas, o Mau da Fita” (1981) o seu filme mais famoso - e um dos maiores êxitos de bilheteira da história do cinema português.
O realizador Fonseca e Costa foi ainda dirigente da Associação de Realizadores de Cinema e Audiovisuais e presidente do Conselho de Administração da Tobis Portuguesa.




segunda-feira, 2 de novembro de 2015

ECOS ...

Copiado da internet - Agradeço ao programa de rádio Magia da Noite:

Hoje o nosso programa NA MAGIA DA NOITE foi até Sesimbra à Biblioteca Municipal de Sesimbra, mais em concreto a Sala Polivalente com capacidade para 80 lugares sentados, com excelentes condições técnicas de som e imagem.


A escritora e poetisa presente foi Celeste Cortez, onde nos esteve a apresentar o seu segundo livro "Mãe Negra". Na mesa de honra estiveram a vice-presidente da câmara municipal de Sesimbra (pelouros: Educação, Cultura, Bibliotecas Municipais, Turismo, Acção Social e Saúde) a Dra. Felícia Costa, o poeta Jorge Viegas, a escritora e a declamadora/poeta Elsa de Noronha.

A sessão iniciou-se com a intervenção da Dra. Felícia, onde explanou rasgos elogios à escritora pelo seu novíssimo livro, que esteve em cima da sua secretária para ser lido há mais de um mês, mas somente esta semana leu. As quatrocentas páginas do livro foram lidas num só dia, por ser um romance muito cativante.

De seguida falou-nos a escritora Celeste de Cortez, onde num curto espaço de tempo fez-nos o relato da sua vida, nasceu em Carregal do Sal, mas logo pequena foi para Moçambique, mais tarde, quando veio para Portugal foi morar directamente para a Quinta do Conde e só mais tarde foi viver para Cascais. Ao longo da sua vivência, foram várias as actividades em que participou/participa ligadas à literatura, que lecciona na universidade sénior... Por fim o poeta Jorge Viegas, amigo da escritora, fez uma breve análise da nova obra... Onde ressalvou que gostou mais da história do seu primeiro livro "O Meu Pecado".

Oferta de capulana vinda de Moçambique,
da moçambicana Olga Santos, que comoveu a escritora
Na foto também a Vereadora da Cultura/Vice Presidente da Câmara
Municipal de Sesimbra, o poeta moçambicano Jorge Viegas e
a poeta-declamadora de poesia Elsa de Noronha, filha
do grande poeta moçambicano Rui de Noronha.
 Após a apresentação solene seguiu-se um pequeno vídeo sobre o lindo país que é Moçambique, onde foram apresentados vários locais, floricultura, instrumentos da cultura do país que constam no seu livro.

Para finalizar, seguiu-se uma tertúlia, onde os vários convidados declamaram poemas da sua autoria e não só, inclusive houve momentos musicais à capela... De poetas portugueses e moçambicanos. Uma magnifica tarde de cultura e ficou prometido aos poetas a sua passagem pelo nosso programa NA MAGIA DA NOITE.

Veja as fotos do evento no facebook NA MAGIA DA NOITE .

Na Magia da Noite ~ Onde o coração bate mais forte

Artigo O Romance "Mãe Preta"... publicado por Na Magia da Noite * sábado, 24 de março de 2012. Obrigado pela sua visita e gostávamos saber a sua opinião sobre este artigo. 1comentários:

sábado, 10 de outubro de 2015

CONSTRUA UMA CASA DE AMOR E SERÁ SEMPRE FELIZ DENTRO DELA, por Celeste Cortez

CONSTRUA UMA CASA DE AMOR E SERÁ SEMPRE FELIZ DENTRO DELA, por Celeste Cortez , 10/11 de Outubro de 2015. 

A um amigo - que ainda não conheci pessoalmente porque mora a 11 mil quilómetros de distância. Vamos chamar-lhe Pedro, por exemplo. 
.
Esse amigo, casado há três anos, tirou uma foto com a sua linda esposa, mãe da filhinha de ambos.

Estas as palavras que escreveu a apresentar a foto, no facebook:  


Nome destas flores em Portugal: "Amores Perfeitos"

"Depois de alguns feriados consecutivos juro que não tenho aquilo que compra flores, mas, fica a intenção nesta reliquia. Obrigado pelos dias que me tens dado, e pelos presentes impares. Deus te dê longa vida rainha! Feliz dia!"

A minha resposta à postagem do meu amigo no facebook: :


"É desta poesia que o amor precisa. Benditos os que sabem dizê-la com o coração. Muitas felicidades para o vosso romance, que ele dure toda a vossa vida. 
Não esqueçam que uma flor que nasceu espontânea do chão serve para substituir as flores que se compram. Para ambos envio um raminho de "amores perfeitos".

AMORES PERFEITOS, que na verdade não abundam, quiça talvez nem os haja. Refiro-me aos verdadeiros amores, aos casos especiais de amores perfeitos, em que ambos são sempre felizes. 
Refiro-me ao amor entre duas pessoas, quer sejam casados ou não".  




Não me quis referir às flores, que em Portugal 

também se chamam "AMORES PERFEITOS".


Delas vou deixar fotos nesta página.





Aos meus leitores, leitores deste blog ou do facebook,  que têm uma mulher a seu lado, saibam conquistá-a e amá-la, com palavras tão doces e sentidas quanto as do meu amigo Pedro. E lembrem-se que nem só os arranjosflorais das floristas têm valor para uma mulher. Uma flor que brotou do chão espontâneamente, terá um valor imenso, se for oferecida com muito carinho. 













sexta-feira, 18 de setembro de 2015

POETA - MÁRIO QUINTANA


– Mário Quintana  (Brasil-Rio Grande do Sul  - Alegrete 1906-Porto Alegre 1994).


ORAÇÃO
Dai-me a alegria
Do poema de cada dia.
E que ao longo do caminho
Às almas eu distribua
Minha porção de poesia
Sem que ela diminua...
Poesia tanta e tão minha
Que por uma eucaristia
Possa eu fazê-la sua
"Eis minha carne e meu sangue!"
A minha carne e meu sangue
Em toda a ardente impureza
Deste humano coração...
Mas, á Coração Divino,
Deixai-me dar de meu vinho,
Deixai-me dar de meu pão!
Que mal faz uma canção?
Basta que tenha beleza...

           A melhor definição para Mario Quintana, foi feita por ele mesmo:  “Nasci em Alegrete, em 30 de julho de 1906. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! Eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Nasci no rigor do inverno, temperatura: 1 grau; e ainda por cima prematuramente, o que me deixava meio complexado, pois achava que não estava pronto. Até que um dia descobri que alguém tão completo como Winston Churchill nascera prematuro — o mesmo tendo acontecido a sir Isaac Newton! Excusez du peu… Prefiro citar a opinião dos outros sobre mim. Dizem que sou modesto. 
Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz. Dizem que sou tímido. Nada disso! Sou é caladão, introspectivo. Não sei porque sujeitam os introvertidos a tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os outros? Exatamente por execrar a chatice, a longuidão, é que eu adoro a síntese. Outro elemento da poesia é a busca da forma (não da fôrma), a dosagem das palavras. Talvez concorra para esse meu cuidado o fato de ter sido prático de farmácia durante cinco anos. Note-se que é o mesmo caso de Carlos Drummond de Andrade, de Alberto de Oliveira, de Erico Verissimo — que bem sabem (ou souberam) o que é a luta amorosa com as palavras”. 

                                                          oo OO oo

          Gosta da poesia de Mário Quintana? Deixe um comentário no espaço reservado.

sábado, 12 de setembro de 2015

EU ME CONFESSO - ARTIGO II

EU ME CONFESSO -  Escrever um livro: 

Continuação do artigo I 

Como ia dizendo, desde sempre escrevi os meus romances no computador, ou melhor, há uma exceção: O meu primeiro romance, que se perdeu na minha saída de Moçambique em 1975, não tinha ainda computador, escrevi-o durante quinze dias em que viajei de autocarro numa excursão entre Portugal/Espanha/França/Portugal. Continuei-o, nessa altura sim com caneta, em Moçambique. Como nunca pensei em publicar, também nunca o acabei definitivamente. Havia capítulos que precisavam ter o seu desfecho, outros que precisavam ser revistos. Não era porém um romance em embrião. Era mais do que isso, já um romance delineado e meio escrito.
           Nunca me habituei a 100% aos computadores pequeninos, vulgarmente chamados "lap-top", ou seja, o pequeno computador de colo. 
          


          Sempre gostei de ler e de estudar. Escrevi em jovem alguns artigos e alguma poesia, mas tinha receio e falta de confiança no meu trabalho. E nem sequer possuo uma revista sequer, de tantas que editei como DIRECTORA DA REVISTA PARA JOVENS DO SEXO FEMININO - "JUVENTUDE". Hoje tenho pena, sei que seria agradável ler e, talvez publicar, o que escrevi. 

Voltarei em breve para contar a história da minha vida de escritora. Volte também.
Peço desculpa de não ter conseguido retirar o sublinhado e as mudanças de letra, mas tenho problemas no sistema informático. 










          
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