terça-feira, 19 de agosto de 2014

LENÇO DE BOLSO E O SEU USO




LENÇO DE BOLSO  
          O lenço de bolso funcionou sempre como medida de higiene, dentro do bolso da calça do homem ou da saía da mulher, para limpar o suor do rosto provocado pelo sol e calor, pelo trabalho de sachar ou apanhar azeitona ou uva. Os trabalhadores utilizavam o lenço de cinco pontas para limpar o nariz, para puxar o "monco". 
          Ele foi também usado como proteção do colar da camisa do homem, mais uma vez contra o suor.
Naturalmente que se usava o lenço para assoar em alturas "mais finas" que não nos trabalhos de campo. Nesse caso lenços com monograma bordado (iniciais do nome da pessoa), normalmente em tecido branco com o bordado em cores suaves ou mesmo em cor branca.
          .
  

EVENTOS CULTURAIS - SETEMBRO

PORTUGAL - LISBOA 

DOMINGO - 14 DE SETEMBRO DE 2014: 
Depois da sessão de autógrafos, 2, 3 ou 4 canções por dois artistas escolhidos. 

Segue-se o ATELIER DE POESIA ALDRAVISTA, onde serão lidos por poetas alguns poemas aldravistas de outros poetas. E vocês, se estiver presente, subirá ao palco para ler o seu poema feito na hora. 

Pelo meio, o sorteio de alguns livros.

Para despedida, um chá ou café quente. 

NÃO FALTE. NÃO FALTE. NÃO FALTE. NÃO FALTE. 

Saúde pela natureza - Imbondeiro,Embondeiro-Baobá

Foto da internet - Pode calcular-se a altura e a largura da árvore 
pelo tamanho do elefante  
Foi um dia passado com excelente comida feita pela amiga anfitreã, o vinho tinto feito pelo anfitreão, (que é formado em engenharia agrónoma, curso que tirou na sua juventude em Angola). 

A comida? Moambada de galinha, com gindungo, acompanhada de papa (finíssima)  de mandioca.
(Nas capoeiras tem centenas de galinhas do mato!!!). 

Como sobremesa, boa fruta daquela quinta, muita dela lembrando África.  Que frutas? Tinha de tudo. Nonas, (ou anonas), uvas, azimina que é uma fruta de origem americana, tabaizo fruto da tabaibeira (nome de Angola) ou seja, fruto da Piteira em Moçambique. E tinha mácua ou mucua (conforme esteja plantado no sul ou norte de Angola o IMBONDEIRO), que também se pode escrever EMBONDEIRO, e que no Brasil se chama BOIÁBAS OU CALABACEIRAS e ainda, em outros países pode chamar-se ADANSONIA.  

Explico o que me parece ser mais raro: O MÁCUA OU MUCUA: parece um pepino bem grosso, mas de casca rija de cor castanha clara, (a casca, parece-se um pouco com o côco, na côr e grossura). Abre-se: por dentro tem uns bocados brancos, tipo rebuçados grandes esquinados. Metidos na boca, tira a sede. Assim, a Bendita Natureza oferece água aos viandantes que andam pelas selvas, incluindo, aos próprios animais.

A partir daqui, no regresso do tal almoço, passei a noite a copiar da net, tudo sobre as árvores "baobás". A seguir ficam as explicações que consegui: 

..."Os baobás, embondeiros, imbondeiros ou calabaceiras (Adansonia) são um gênero de árvore com oito espécies, nativas da ilha de Madagascar (o maior centro de diversidade, com seis espécies), do continente africano e da Austrália (com uma espécie em cada).


O baobá é a árvore nacional de Madagascar e o emblema nacional do Senegal.

Foto da internet, elefante e árvore dão-nos a noção
 exata da altura da árvore. 
DescriçãoÉ uma árvore que chega a alcançar alturas de 5 a 25m (excepcionalmente 30m), e até 7m de diâmetro do tronco (excepcionalmente 11m). Destaca-se pela capacidade de armazenamento de água dentro do tronco, que pode alcançar até 120.000 litros. Estas árvores crescem um tanto ou quanto dispersas, como se de indivíduos solitários se tratasse. O seu porte é altivo, distingue-se na savana. Suas flores brancas têm um aroma intenso. Os pesquisadores acreditam que sejam polinizadas por morcegos que gostam da sua fruta. Os frutos são polpa branca, em pedaços que parecem blocos, tipo pão seco. Por isso alguns povos chamam-lhe "fruta pão". 
Os baobás desenvolvem-se em zonas sazonalmente áridas, e são árvores de folha caduca, caindo suas folhas durante a estação seca. Alguns têm a fama de terem vários milhares de anos, mas como a sua madeira não produz anéis de crescimento, isso é impossível de ser verificado: poucos botânicos dão crédito a essas reivindicações de idade extrema.
O nome Adansonia foi dado por Bernard de Jussieu em homenagem a Michel Adanson (1727-1806), botânico e explorador francês, quem primeiro descreveu o baobá no Senegal.
EspéciesAdansonia digitata - Baobá Africano (África Central e Austral);
Adansonia grandidieri - Baobá de Grandidier (Madagascar);
Adansonia gregorii (syn. A. gibbosa) - Boab ou Baobá Australiano (Noroeste da Austrália);
Adansonia madagascariensis - Baobá de Madagascar (Madagascar);
Adansonia perrieri - Baobá de Perrier (Madagascar);
Adansonia rubrostipa (syn. A. fony) - Fony Baobab (Madagascar);
Adansonia suarezensis - Baobá Suarez (Madagascar);
Adansonia za - Za Baobab (Madagascar).

FRUTO - O seu fruto Múcua ou mácua, como referi acima, tem no seu interior um miolo seco comestível (não tem sumo), desfaz-se facilmente na boca e o seu sabor é agridoce (adocicado com uma ligeira acidez). Este fruto é rico em vitaminas e minerais.
Ao dissolver-se a mukua (assim se escreve em África) em água a ferver obtém-se o sumo de mukua que, depois de arrefecido, é tomado como uma bebida fresca com um sabor muito apreciado em determinados países.
EM ANGOLA - o lugar onde é mais conhecida a fruta - mukua - é em Benguela
EM MOÇAMBIQUE - O fruto, tem o nome de malambe na língua xi-nyungwe da província de Tete, tem uma polpa branca que seca no próprio fruto e que é utilizada para a alimentação, em tempos de escassez de comida; também é referida como cura para a malária.
Em certas regiões de Moçambique, o tronco desta árvore é escavado por carpinteiros especializados para servir como cisterna comunitária. É mais que provável que se fosse aproveitado podendo ficar guardado por longos períodos, poderia servir para os tempos de fome, tempo das secas ou das chuvas demasiado intensas de África.  

HISTÓRIA: Em 1445, navegantes portugueses conduzidos por Gomes Pires chegaram à ilha de Gorée, no Senegal; eles descobriram o brasão do Infante D. Henrique gravado em árvores. O cronista Gomes Eanes de Zurara assim descreveu a árvore: Árvores muito grandes e de aparência estranha; entre elas, algumas tinham desenvolvido um cinturão de 108 palmos a seu pé (ao redor 25 metros). O tronco de um baobá não mais alto do que o tronco de uma árvore de noz; rende uma fibra forte usada para cordas e pano; queima da mesma maneira como linho. Tem um grande fruta lenhosa como abóbora cujas sementes são do tamanho de avelãs; pessoas locais comem a fruta quando verde, secam as sementes e armazenam uma grande quantidade delas.




NA LITERATURA: Na história O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry, o menino narra que o solo de seu pequeno asteróide era infestado de sementes de baobá. Preocupado com os possíveis danos que estas plantas pudessem causar quando adultas, após completar a sua toilete matinal, dedicava-se à toilete do asteróide, arrancando regularmente os seus pequenos brotos.
Por coincidência, quando escrevi meu romance "Mãe Preta", referi o Imbondeiro ou Embondeiro, explicando no decorrer da história o máximo que consegui. (Nota da autora do blog e do romance)

No BRASIL - Existem árvores de Baobá. Foram trazidas pelos sacerdotes africanos e foram plantadas em locais específicos para o culto das religiões africanas.

Vou fazer-lhe uma descrição de Baobás ou Imbondeiros ou Embondeiros ou Adansonia, que estão catalogados no Brasil, segundo a internet. Neste país, são conhecidos pelo povo apenas como Baobá. 

Baobá em Nísia Floresta, Rio Grande do Norte, Brasil.
Baobá da Praça da República, Recife, Brasil.
Baobá no Passeio Público, Rio de Janeiro, Brasil.
Baobá no Engenho Poço Comprido, Vicência, Brasil.
Pernambuco: Essas árvores concentram-se principalmente no estado de Pernambuco (onde há 16 catalogados) e, nesse estado, na sua capital, Recife.
No Recife, o baobá da Praça da República é a possível fonte de inspiração de Saint Exupéry, quando por ali passou, ao escrever O pequeno príncipe.[4] Há um na Faculdade de Direito do Recife e outro na Cidade Universitária. Existem outros espalhados pela cidade, como em Ponte d'Uchoa, Poço da Panela e na Praça de Dois Irmãos próximo a UFRPE.
Existem três plantadas na Estância Rica Flora, em Aldeia, Camaragibe. 
No Sitio de Pai Adão existe um Baobá com mais de cem anos com um tronco de mais de 10 metros de circunferência.
Na vila de Nossa Senhora do Ó, Ipojuca, há um Baobá com mais de 350 anos e 15 metros de circunferência.
No Engenho Poço Comprido (Vicência) há dois espécimes.
Em Araripina existe um exemplar com aproximadamente 30 anos de idade.
Rio Grande do Norte - Neste estado brasileiro há grande quantidade de baobás. 
Há exemplares em Natal , Nísia Floresta e nas ruinas de Pedro Velho.
Em Assú no Rio Grande do Norte existem 11 baobás de aproximadamente quatrocentos anos e atualmente estão em processo de tombamento histórico.
No estado do Rio de Janeiro existem cinco exempares de baobá: um no Passeio Público, um no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, um no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas (altura da Av. Borges de Medeiros 3000), pátio do Museu Histório de Quissamã, na antiga Fazenda Quissamã e o ultimo na Ilha de Paquetá.
Baobá em Maceió. Alagoas Em Alagoas existe um exemplar na Praça do Skate, em Maceió.
Baobá no Passeio Público, em Fortaleza. 
No Ceará, existem 3 (três) exemplares: um na praça do Passeio Público, na cidade de Fortaleza, onde foram fuzilados alguns revolucionários da Confederação do Equador. Um no campus da Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e o outro no SESI da Barra do Ceará.
Goiás - Em Goiânia existem três Imbondeiros, todos em residências particulares, sendo um na residência do Sr.Jorge Rassi e duas no condomínio particular Aldeia do Vale.
Mato grossoO Doutor Édio Lotufo possui em sua fazenda , nas proximidades de Cuiabá, um exemplar de Imbondeiro derivado de um exemplar existente na Praça da República do Rio de Janeiro. 
No candomblé (religião praticada no Brasil) esta árvore é considerada sagrada (ossê, em iorubá e akpassatin, em fon), e nunca deve ser cortada ou arrancada.
MADAGASCAR. Há a Avenida dos Baobás.
NA AUSTRÁLIA OCIDENTAL, em Kimberleys, na Austrália ocidental, prisioneiros foram confinados dentro de seu tronco oco. Os aborígenes comem a sua fruta e usam as folhas como planta medicinal.






terça-feira, 12 de agosto de 2014

TRÊS GOTAS DE ÁGUA, Afonso Lopes Vieira

Busto de Afonso Lopes Vieira, em Lisboa 
AFONSO LOPES VIEIRA




Três gotas d' água

E como a água escasseia, temos necessidade de a poupar.  









Três irmãs, três gotas d' água
Que o infinito condensa,
Sua mãe nuvem do céu

Lá daquela altura imensa
Desprendeu...


A flor morria à míngua d'água
mas sentindo a gota,  ficou viçosa e a cor reavivou 

           Vem uma cai sobre a flor
           Que à míngua d'água morria
           E mal a gota sentia
           Voltava-lhe o viço e a cor...







A gota de água que caiu perto do ninho, o passarinho bebeu-a




Caiu outra ao pé dum ninho
Que o passarinho bebeu...                                  





                                             Mas, a terceira no mar tombando
A gota de água triste dizia que nas ondas arrogantes desapareceria,
mas a onda do mar, com gratidão, achou que aquela gotinha a fez maior
Dizia chorando:

Nestas ondas arrogantes
Desapareço mesquinha;
Responde a onda marinha
Já sou maior que era dantes...

sábado, 9 de agosto de 2014

VELHAS ÁRVORES





Velhas Árvores

Olha estas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores novas, mais amigas:
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...

O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres de fomes e fadigas;
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.

Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo! envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem:

Na glória da alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!

Olavo Bilac, in "Poesias"

sábado, 2 de agosto de 2014

REGULAMENTO DO CONCURSO DE POESIA – “CAMÕES 1580 – 2014
A ALA – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL, promove o concurso de poesia “CAMÕES 1580/2014”
Artigo 1º. (Objetivo)
Comemorar os 434 anos da data do falecimento do poeta Luís Vaz de Camões.
Artigo 2º. (Género e tema)
O género literário elegível para efeitos deste concurso é a poesia, em língua portuguesa, qualquer que seja a sua forma, sujeita ao seguinte mote:
- “ESTA É A DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA” -
Artigo 3º. (Critérios de admissibilidade)
·         a) Este concurso destina-se a académicos da ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal;
·         b) A membros de todas as academias e instituições com as quais a ALA tenha parcerias, qualquer que seja a sua nacionalidade;
·         c) A instituições escolhidas pela ALA;  
·         d) Não poderão concorrer os membros do júri;
·         e) Cada candidato poderá concorrer apenas com 01 (um) poema;
·         f) Cada poema não poderá ter menos de 14 (catorze), nem mais de 30 (trinta) versos, escritos em folha A/4, de cor branca, em letra Arial 12, a um espaço;   
·         g) Só são admitidos a concurso trabalhos inéditos (não publicados em livros, websites, revistas e afins), escritos em português;
·         h) Ao entrar neste concurso e ao enviar os poemas para o seu promotor, o autor aceita estar ciente e concordar com todas as regras do concurso.
·         i) O concorrente/autor responsabiliza-se pela autoria do poema.
 Artigo 4º. (Direitos autorais)
·         Os poemas, embora sejam pertença dos autores, poderão vir a ser publicados em livro pela ALA – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL, ou utilizados em eventos de Poesia ou outros realizados pela ALA ou pelos seus académicos, e ainda inseridos no facebook na página da ALA onde poderão ser utilizados como partilha, e em blogues de académicos ou anónimos, ou por qualquer outro modo difundidos nos mídia ou em websites.
Artigo 5º. (Forma de envio do poema)
a)     Em envelope fechado, endereçado à ALA – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL para o endereço abaixo mencionado, com nome completo (e nome literário se usar) e endereço completo do remetente, incluindo código postal (CEP no BRASIL) e País de onde é expedido; Dentro desse envelope:
b)    Envelope mais pequeno, fechado, sem dizeres, contendo dentro apenas a folha A/4 com o poema e título, e ao lado ou por baixo do mesmo o pseudónimo escolhido para identificar o autor.

E ainda:

c)     Em nova folha A/4, em letra Arial 12, a um só espaço, breve currículo do autor, no máximo 20 linhas, onde conste:  Nome completo conforme Bilhete de Identidade; Número do B.I ou do Cartão do Cidadão ou de outro documento oficial que o identifique; Obras ou poemas publicados; O título do poema e o pseudónimo escolhido;  Identificação da academia/instituição a que pertence através da qual teve conhecimento deste concurso; Foto (facultativa);

c)1 -  Caso envie o poema através de email, deverá dar cumprimento às  alíneas a), b) e c) deste artigo, juntando ao email folhas A/4 com os dados pedidos (usar o botão INSERIR do email).
   


d)    O participante disponibilizará, se solicitado, uma cópia do documento de identidade à ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal.
Artigo 6º. (Entrega)
·         Os poemas poderão ser entregues até à data limite fixada, em mão, em dias úteis das 15 às 17,30 horas na sede da ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal, endereço abaixo ou enviados por correio eletrónico (email) ou através dos C.T.T.
Artigo 7º.  (Endereço para envio ou entrega): ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal - Avenida da Castelhana nº.13 - Monte Estoril  - Código postal 2765-405 – ESTORIL - PORTUGAL
Artigo8º. (Endereço para envio através de email):
geral@academialetrasartes.pt. Proceder de acordo com o artigo 5º. tendo em especial atenção a alínea c)1.  
Artigo 9º. Constituição do júri
O júri do “Concurso de Poesia Camões – 1580-2014” será constituído por 5 académicos da Ala – área de Letras e será presidido pelo Presidente da Direção da ALA , Senhor Professor Doutor António de Sousa Lara.
Artigo 10º.  (Decisão do júri): O júri decidirá de forma soberana e irrevogável até ao final da primeira quinzena de Outubro. Os resultados serão publicitados na página da ALA no facebook e no blog http://celestecortez.blogspot.com    
Artigo 11º.  (Forma de aviso aos vencedores)  Os vencedores serão avisados pela ALA, por email, telefone ou carta;
Artigo 12º. (Forma de entrega dos prémios)
a)     A entrega de prémios far-se-á num evento a realizar na ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal, em data a anunciar posteriormente.
b)    O prémio, caso o concorrente não possa estar presente no evento da entrega, ser-lhe-á enviado para a morada que tiver sido indicada;
 Artigo 13º. (Prémios)
a)     - 1º. Prémio 3 livros e Diploma de Mérito;
b)      - 2º. Prémio 2 livros e Diploma de Mérito;
c)      -  3º. Prémio 1 livro e Diploma de Mérito;
d)      -  Do 4º. ao 20º. Prémio, terão Diploma Menção Honrosa;
e)      Diploma de participação para os restantes concorrentes, à exceção de autores de poemas que tenham sido desclassificados pelo júri;
Artigo 14º. (Condicionamentos do concurso) -  Os trabalhos não serão devolvidos aos concorrentes;
Artigo 15º. (Omissões)
Qualquer omissão a este regulamento será resolvida pela entidade promotora – ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal;
Artigo 16º.( Prazos)
A receção dos poemas terá início a partir do dia 11 de junho e encerrará no dia 30 de julho de 2014.

   a) -  (Novo prazo) O júri decidiu por unanimidade que o prazo fosse prorrogado. Assim o prazo de entrega na Ala ou do envio através dos emails abaixo, será até ao final do dia 30 (TRINTA)  de Setembro de 2014.
   b) - Envio para a Ala (com os anexos a que se refere o artigo 5º.alínea c1)  através do email: geral@academialetrasartes.pt
   c) - Envio de cópia (BCC) para o email: celeste.cortez@hotmail.com

Artigo 17º. (Coordenação do concurso)
Este concurso será coordenado pela académica Celeste Cortez, encarregada do regulamento e de dar andamento ao processo e continuidade do mesmo até sua finalização.   
Artigo 18º.- Entrada em vigor
Este Regulamento entra em vigor no dia 9 de junho de 2014.
                                               Celeste Cortez, Secretária administrativa da Ala



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