sexta-feira, 9 de setembro de 2011

ILHA DA MADEIRA - artigo I -


VIAGEM à ILHA DA MADEIRA, pérola do Atlântico
Viagem incrível, superando as melhores expectativas, tal como uma aventura que se deseja não mais termine. Olhando através da janela do avião, a uns milhares de metros de altura, já se vislumbravam encostas de manta de retalhos verdejantes, onde aqui e ali havia um pequeno aglomerado de casinhas brancas, que mais pareciam casas para duendes ou “casinhas de bonecas” que imaginamos vestidas para o grande baile onde a Cinderela encontrou o seu Príncipe.

Os nossos sentidos poderiam imaginar ter ouvido um hino à tranquilidade, coadunando-se com a paisagem paradisíaca. O avião vai baixando e são mais visíveis as levadas que serpenteiam os cumes, e algumas cascatas. Seria ali, que iríamos gozar a aventura incrível de uns dias pintados do verde das plantas – especialmente da vinha e das bananeiras - e do azul do mar, onde se fundem a essência da ilha, o ar puro das montanhas, a frescura colorida das maravilhosas flores, onde se sente uma vibrante mistura de sons, cores, cheiros, sabores, ambientes diversificados. E cada dia o feitiço ia-se entranhando mais no nosso ser.

A gastronomia é um dos pilares da identidade de uma cultura. Ali é uma regra a variedade de cores e sabores. Poderemos destacar as espetadas, os milhos fritos, o bolo do caco, de massa fina recheado de bacon, ou fiambre ou salsicha. Nas bebidas de misturas de sabores de frutos e bebidas licorosas (aguardente de cana) não se esquece a “Nikita” tomada fresquinha na Câmara de Lobos e a “Poncha” que quase cerimoniosamente foi passando pela nossa garganta em Ribeiro Frio.


 Não esquecendo, os seus vinhos já famosos por esse Mundo fora, cujo copito tomado no hotel Pestana, serviu para se brindar à saúde de todos os companheiros e a um futuro próspero e feliz para o Mundo.


Numa visita ao mercado, na cidade do Funchal, a frescura colorida das flores viciam-nos o olhar e as frutas exóticas fazem lembrar-nos países distantes. Os diversos jardins visitados, as bordaduras florais das rotundas e floreiras de toda a Ilha, são como paletas de geniais pintores, pinceladas do branco e do lilás dos agapantos, passando pelos amarelos até ao cor de fogo das chagas, e de todas as cores do arco íris, de todas as cores do Universo, nas exóticas orquídeas.

Tem continuação em... Ilha da Madeira -  artigo II  - Celeste Cortez .

Bebendo a "Nikita"- aqui não foi a poncha,
mas não deixou de se beber em outro lado!
Este artigo antes de o enviar para a Revista, teve correção, mas só fiquei com o rascunho do artigo e "quê dê as correções?" Foram-se à viola. Agora não tenho tempo para corrigir. Duas e meia da madrugada, estou cansadita.
Desejo-vos um amanhecer feliz. E um dia excepcional.

Celeste Cortez


 




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