sábado, 2 de agosto de 2014

REGULAMENTO DO CONCURSO DE POESIA – “CAMÕES 1580 – 2014
A ALA – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL, promove o concurso de poesia “CAMÕES 1580/2014”
Artigo 1º. (Objetivo)
Comemorar os 434 anos da data do falecimento do poeta Luís Vaz de Camões.
Artigo 2º. (Género e tema)
O género literário elegível para efeitos deste concurso é a poesia, em língua portuguesa, qualquer que seja a sua forma, sujeita ao seguinte mote:
- “ESTA É A DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA” -
Artigo 3º. (Critérios de admissibilidade)
·         a) Este concurso destina-se a académicos da ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal;
·         b) A membros de todas as academias e instituições com as quais a ALA tenha parcerias, qualquer que seja a sua nacionalidade;
·         c) A instituições escolhidas pela ALA;  
·         d) Não poderão concorrer os membros do júri;
·         e) Cada candidato poderá concorrer apenas com 01 (um) poema;
·         f) Cada poema não poderá ter menos de 14 (catorze), nem mais de 30 (trinta) versos, escritos em folha A/4, de cor branca, em letra Arial 12, a um espaço;   
·         g) Só são admitidos a concurso trabalhos inéditos (não publicados em livros, websites, revistas e afins), escritos em português;
·         h) Ao entrar neste concurso e ao enviar os poemas para o seu promotor, o autor aceita estar ciente e concordar com todas as regras do concurso.
·         i) O concorrente/autor responsabiliza-se pela autoria do poema.
 Artigo 4º. (Direitos autorais)
·         Os poemas, embora sejam pertença dos autores, poderão vir a ser publicados em livro pela ALA – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL, ou utilizados em eventos de Poesia ou outros realizados pela ALA ou pelos seus académicos, e ainda inseridos no facebook na página da ALA onde poderão ser utilizados como partilha, e em blogues de académicos ou anónimos, ou por qualquer outro modo difundidos nos mídia ou em websites.
Artigo 5º. (Forma de envio do poema)
a)     Em envelope fechado, endereçado à ALA – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL para o endereço abaixo mencionado, com nome completo (e nome literário se usar) e endereço completo do remetente, incluindo código postal (CEP no BRASIL) e País de onde é expedido; Dentro desse envelope:
b)    Envelope mais pequeno, fechado, sem dizeres, contendo dentro apenas a folha A/4 com o poema e título, e ao lado ou por baixo do mesmo o pseudónimo escolhido para identificar o autor.

E ainda:

c)     Em nova folha A/4, em letra Arial 12, a um só espaço, breve currículo do autor, no máximo 20 linhas, onde conste:  Nome completo conforme Bilhete de Identidade; Número do B.I ou do Cartão do Cidadão ou de outro documento oficial que o identifique; Obras ou poemas publicados; O título do poema e o pseudónimo escolhido;  Identificação da academia/instituição a que pertence através da qual teve conhecimento deste concurso; Foto (facultativa);

c)1 -  Caso envie o poema através de email, deverá dar cumprimento às  alíneas a), b) e c) deste artigo, juntando ao email folhas A/4 com os dados pedidos (usar o botão INSERIR do email).
   


d)    O participante disponibilizará, se solicitado, uma cópia do documento de identidade à ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal.
Artigo 6º. (Entrega)
·         Os poemas poderão ser entregues até à data limite fixada, em mão, em dias úteis das 15 às 17,30 horas na sede da ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal, endereço abaixo ou enviados por correio eletrónico (email) ou através dos C.T.T.
Artigo 7º.  (Endereço para envio ou entrega): ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal - Avenida da Castelhana nº.13 - Monte Estoril  - Código postal 2765-405 – ESTORIL - PORTUGAL
Artigo8º. (Endereço para envio através de email):
geral@academialetrasartes.pt. Proceder de acordo com o artigo 5º. tendo em especial atenção a alínea c)1.  
Artigo 9º. Constituição do júri
O júri do “Concurso de Poesia Camões – 1580-2014” será constituído por 5 académicos da Ala – área de Letras e será presidido pelo Presidente da Direção da ALA , Senhor Professor Doutor António de Sousa Lara.
Artigo 10º.  (Decisão do júri): O júri decidirá de forma soberana e irrevogável até ao final da primeira quinzena de Outubro. Os resultados serão publicitados na página da ALA no facebook e no blog http://celestecortez.blogspot.com    
Artigo 11º.  (Forma de aviso aos vencedores)  Os vencedores serão avisados pela ALA, por email, telefone ou carta;
Artigo 12º. (Forma de entrega dos prémios)
a)     A entrega de prémios far-se-á num evento a realizar na ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal, em data a anunciar posteriormente.
b)    O prémio, caso o concorrente não possa estar presente no evento da entrega, ser-lhe-á enviado para a morada que tiver sido indicada;
 Artigo 13º. (Prémios)
a)     - 1º. Prémio 3 livros e Diploma de Mérito;
b)      - 2º. Prémio 2 livros e Diploma de Mérito;
c)      -  3º. Prémio 1 livro e Diploma de Mérito;
d)      -  Do 4º. ao 20º. Prémio, terão Diploma Menção Honrosa;
e)      Diploma de participação para os restantes concorrentes, à exceção de autores de poemas que tenham sido desclassificados pelo júri;
Artigo 14º. (Condicionamentos do concurso) -  Os trabalhos não serão devolvidos aos concorrentes;
Artigo 15º. (Omissões)
Qualquer omissão a este regulamento será resolvida pela entidade promotora – ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal;
Artigo 16º.( Prazos)
A receção dos poemas terá início a partir do dia 11 de junho e encerrará no dia 30 de julho de 2014.

   a) -  (Novo prazo) O júri decidiu por unanimidade que o prazo fosse prorrogado. Assim o prazo de entrega na Ala ou do envio através dos emails abaixo, será até ao final do dia 30 (TRINTA)  de Setembro de 2014.
   b) - Envio para a Ala (com os anexos a que se refere o artigo 5º.alínea c1)  através do email: geral@academialetrasartes.pt
   c) - Envio de cópia (BCC) para o email: celeste.cortez@hotmail.com

Artigo 17º. (Coordenação do concurso)
Este concurso será coordenado pela académica Celeste Cortez, encarregada do regulamento e de dar andamento ao processo e continuidade do mesmo até sua finalização.   
Artigo 18º.- Entrada em vigor
Este Regulamento entra em vigor no dia 9 de junho de 2014.
                                               Celeste Cortez, Secretária administrativa da Ala



terça-feira, 29 de julho de 2014

Concurso de Poesia pªacadémicos e membros da Ass.de Poetas - Regulamento

REGULAMENTO DO CONCURSO DE POESIA – “CAMÕES 1580 – 2014
A ALA – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL, promove o concurso de poesia “CAMÕES 1580/2014”
Artigo 1º. (Objetivo)
Comemorar os 434 anos da data do falecimento do poeta Luís Vaz de Camões.
Artigo 2º. (Género e tema)
O género literário elegível para efeitos deste concurso é a poesia, em língua portuguesa, qualquer que seja a sua forma, sujeita ao seguinte mote:
- “ESTA É A DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA” -
Esta é a ditosa pátria minha amada
Artigo 3º. (Critérios de admissibilidade)
·         a) Este concurso destina-se a académicos da ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal;
·         b) A membros de todas as academias e instituições com as quais a ALA tenha parcerias, qualquer que seja a sua nacionalidade;
·         c) A instituições escolhidas pela ALA;  
·         d) Não poderão concorrer os membros do júri;
·         e) Cada candidato poderá concorrer apenas com 01 (um) poema;
·         f) Cada poema não poderá ter menos de 14 (catorze), nem mais de 30 (trinta) versos, escritos em folha A/4, de cor branca, em letra Arial 12, a um espaço;   
·         g) Só são admitidos a concurso trabalhos inéditos (não publicados em livros, websites, revistas e afins), escritos em português;
·         h) Ao entrar neste concurso e ao enviar os poemas para o seu promotor, o autor aceita estar ciente e concordar com todas as regras do concurso.
·         i) O concorrente/autor responsabiliza-se pela autoria do poema.
 Artigo 4º. (Direitos autorais)
·         Os poemas, embora sejam pertença dos autores, poderão vir a ser publicados em livro pela ALA – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL, ou utilizados em eventos de Poesia ou outros realizados pela ALA ou pelos seus académicos, e ainda inseridos no facebook na página da ALA onde poderão ser utilizados como partilha, e em blogues de académicos ou anónimos, ou por qualquer outro modo difundidos nos mídia ou em websites.
Artigo 5º. (Forma de envio do poema)
a)     Em envelope fechado, endereçado à ALA – ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL para o endereço abaixo mencionado, com nome completo (e nome literário se usar) e endereço completo do remetente, incluindo código postal (CEP no BRASIL) e País de onde é expedido; Dentro desse envelope:
b)    Envelope mais pequeno, fechado, sem dizeres, contendo dentro apenas a folha A/4 com o poema e título, e ao lado ou por baixo do mesmo o pseudónimo escolhido para identificar o autor. E ainda:
c)     Em nova folha A/4, em letra Arial 12, a um só espaço, breve currículo do autor, no máximo 20 linhas, onde conste:  Nome completo conforme Bilhete de Identidade; Número do B.I ou do Cartão do Cidadão ou de outro documento oficial que o identifique; Obras ou poemas publicados; O título do poema e o pseudónimo escolhido;  Identificação da academia/instituição a que pertence através da qual teve conhecimento deste concurso; Foto (facultativa);

c)1 -  Caso envie o poema através de email, deverá dar cumprimento às  alíneas a), b) e c) deste artigo, juntando ao email folhas A/4 com os dados pedidos (usar o botão INSERIR do email).
   
d)    O participante disponibilizará, se solicitado, uma cópia do documento de identidade à ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal.
Artigo 6º. (Entrega)
·         Os poemas poderão ser entregues até à data limite fixada, em mão, em dias úteis das 15 às 17,30 horas na sede da ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal, endereço abaixo ou enviados por correio eletrónico (email) ou através dos C.T.T.
Artigo 7º.  (En
dereço para envio ou entrega): ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal - Avenida da Castelhana nº.13 - Monte Estoril  - Código postal 2765-405 – ESTORIL - PORTUGAL
Artigo8º. (Endereço para envio através de email):
geral@academialetrasartes.pt. Proceder de acordo com o artigo 5º. tendo em especial atenção a alínea c)1.  
Artigo 9º. Constituição do júri
O júri do “Concurso de Poesia Camões – 1580-2014” será constituído por 5 académicos da Ala – área de Letras e será presidido pelo Presidente da Direção da ALA , Senhor Professor Doutor António de Sousa Lara.
Artigo 10º.  (Decisão do júri): O júri decidirá de forma soberana e irrevogável até ao final da primeira quinzena de Outubro. Os resultados serão publicitados na página da ALA no facebook e no blog http://letras-à-solta-celestecortez.blogspot.com    
Artigo 11º.  (Forma de aviso aos vencedores)  Os vencedores serão avisados pela ALA, por email, telefone ou carta;
Artigo 12º. (Forma de entrega dos prémios)
a)     A entrega de prémios far-se-á num evento a realizar na ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal, em data a anunciar posteriormente.
b)    O prémio, caso o concorrente não possa estar presente no evento da entrega, ser-lhe-á enviado para a morada que tiver sido indicada;
 Artigo 13º. (Prémios)
a)     - 1º. Prémio 3 livros e Diploma de Mérito;
b)      - 2º. Prémio 2 livros e Diploma de Mérito;
c)      -  3º. Prémio 1 livro e Diploma de Mérito;
d)      -  Do 4º. ao 20º. Prémio, terão Diploma Menção Honrosa;
e)      Diploma de participação para os restantes concorrentes, à exceção de autores de poemas que tenham sido desclassificados pelo júri;
Artigo 14º. (Condicionamentos do concurso) -  Os trabalhos não serão devolvidos aos concorrentes;
Artigo 15º. (Omissões)
Qualquer omissão a este regulamento será resolvida pela entidade promotora – ALA – Academia de Letras e Artes de Portugal;
Artigo 16º.( Prazos)
A receção dos poemas terá início a partir do dia 11 de junho e encerrará no dia 30 de julho de 2014. 

Artigo 17º. (Coordenação do concurso)
Este concurso será coordenado pela académica Celeste Cortez, encarregada do regulamento e de dar andamento ao processo e continuidade do mesmo até sua finalização.   
Artigo 18º.- Entrada em vigor
Este Regulamento entra em vigor no dia 9 de junho de 2014.

                                               Celeste Cortez, Secretária da direção da Ala 

ESTA É A DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA "Camões" - CANTO III - estâncias 17,20,21

A ALA - ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PORTUGAL, abriu um concurso de Poesia. subordinado ao mote "Esta é a ditosa Pátria minha amada". Este concurso está aberto para académicos da Ala e de outras Academias nacionais ou estrangeiras e membros da Associação de Poetas. Obedece a um regulamento que está publicado neste blogue, no site da Ala e na página do facebook da Ala e na minha página de autora no facebook "Celeste Cortez Autora". Concorra se se enquadrar nas exigências do concurso. Brevemente será lançado outro concurso para pessoas que não pertençam a academias e associações de poetas. 

Como toda a gente sabe, "mote", segundo o dicionário da Texto Editora,  é um conceito expresso em um ou mais versos, para ser glosado.
O concurso pretende homenagear Luís de Camões e por isso se escolheu um verso de uma estrofe de "Os Lusíadas". .A escolha recaíu na estrofe (ou estância) 21, do Canto III:  "Esta é a ditosa Pátria minha amada". Nas bandeiras militares (marinha e exército) há uma fita colorida com a inscrição, de que deixamos foto que com a devida vénia retiramos da internet.

Deixamos aqui as estrofes 17, 20 e 21, para facilitar a percepção do verso "Esta é a ditosa Pátria minha amada".
Nestas estrofes o navegador VASCO DA GAMA, está a fazer a descrição da geografia da Europa ao rei de Melinde:   

 17- "Eis aqui se descobre a nobre Espanha,
como cabeça ali da Europa toda,
em cujo senhorio e glória estranha
muitas voltas tem dado a fatal roda;
mas nunca poderá, com força ou manha,
a Fortuna inquieta pôr-lhe noda (nódoa)
que lha não tire o esforço e ousadia
dos belicosos peitos que em si cria." 


20- . "Eis aqui, quase cume da cabeça

da Europa toda, o Reino Lusitano,

onde a terra se acaba e o Mar começa
e onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floreça
nas armas contra o torpe Mauritano,
deitando-o de si fora; e lá na ardente
África estar quieto o não consente." 



 21 - "Esta é a ditosa pátria minha amada,

à qual se o Céu me dá que eu sem perigo

torne, com esta empresa já acabada,

acabe-se esta luz ali comigo.

Esta foi Lusitânia, derivada
de Luso ou Lisa, que de Baco antigo
filhos foram, parece, ou companheiros,
e nela antão os íncolas primeiros."


 Análise da estrofe (ou estância) 21, do Canto III d’Os Lusíadas:

 "Esta é a ditosa pátria minha amada (Portugal), à qual – se o Céu me ajudar eu hei-de sem perigo voltar (tornar), com esta empresa (descobrimentos) já acabada.
Acabe-se esta luz ali comigo. Se conseguir completar a viagem da descoberta e voltar a Portugal, diz Vasco da Gama, já pode morrer.
Esta foi Lusitânia (Portugal).

Íncolas - habitantes 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

NELSON MANDELA


O MEU TRIBUTO A NELSON MANDELA 

HOJE, É DIA 18 DE JULHO DE 2014 - 

Faz um ano que faleceu NELSON MANDELA.

Escolho a frase que ele escreveu: 

Sonho com o dia em que todos se levantarão e compreenderão que fomos feitos para viver como irmãos. 

Sigamos os seus exemplos e haverá paz no mundo. 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

DIA 16 DE JULHO DE 2014 - Hoje a minha filha mais nova faz anos. Nasceu em Moçambique numa manhã bem cedinho. Eu e o pai tínhamos ido ao cinema ver o filme Dr. Jivago e mal me deitei comecei a adivinhar que iria ter um dia muito feliz. E foi realmente, tão feliz como foi o dia de nascimento das irmãs - a mais velha e a do meio. 
Há acontecimentos na nossa vida que nos marcam para sempre. Ser mãe é uma coisa maravilhosa, tanto assim que sem ser mãe, não poderia ser avó e isso é outro facto maravilhoso. Como dizem, ser avó é ser mãe duas vezes mas é também ser mãe com mais açúcar.  Nada há de maior felicidade do que ter netos. 
A Luísa é a 3ª. a contar da esquerda, de vestido vermelho. Ela é mãe do Robbie (a seu lado)
e do Nicholas (à frente do Robbie). 
Mas não me quero afastar do tema: Hoje a Luísa faz anos. E já são umas dezenas, poucas ainda, mas já são dezenas. Já não se podem contar pelos dedos de uma só mão, nem sequer pelas duas. Ultrapassou a dezena, a dúzia e o quarteirão, para quem se lembra ainda do que estas palavras significam. Mas não são ainda dois quarteirões. Algumas dezenas, um lustro e mais dois anos. E como vêem estou a "encher farinheiras", isto é, estou a escrever para fazer um artigo maior mas não a adiantar o que poderia dizer francamente. Isto para não dizer a idade dela. Assim... podem deitar-se a adivinhar. E quem ganhar, se escrever o número
certo no lugar dos comentários, recebe uma prenda. Espere, espere, esta frase está incompleta, leia até ao fim do artigo. 
Para lhe enviar a prenda é preciso que escreva (no lugar dos comentários do blogue)  o seu nome e endereço completo, a fim de remeter a prenda através dos Correios. Continue lendo: 
Se forem dezenas a adivinhar, a prenda será sorteada, mas todos receberão a notícia numa página do blogue (ou blog).
Decida-se e poderá ganhar. Até lá.... aqui fica um abraço. E PODEM CANTAR OS PARABÉNS À LUÍSA.     

sábado, 12 de julho de 2014

PORTUGAL - LISBOA e FERNANDO PESSOA (o poeta)

Os dizeres nos postal acima, fazem parte da poesia de Fernando Pessoa. 

A foto acima:Título;  Celeste Cortez com Fernando Pessoa na Brasileira do Chiado.

Foi tirada em Lisboa, no café-pastelaria "A Brasileira do Chiado". 

A simbologia da estátua de Fernando Pessoa sentado na cadeira em frente ao café "A Brasileira do Chiado" 

(da wikipédia)... " A Brasileira do Chiado mantém uma identidade muito própria, quer pela especificidade da sua decoração, quer pela simbologia que representa por se encontrar ligada a círculos de intelectuais, escritores e artistas de renome comoFernando PessoaAlmada NegreirosSanta Rita PintorJosé Pacheko ou Abel Manta, entre muitos outros. A assiduidade de Fernando Pessoa motivou a inauguração, nos anos 80, da estátua em bronze da autoria de Lagoa Henriques, que representa o escritor sentado à mesa na esplanada do café".

Quando passar por ali, não deixe de visitar Fernando Pessoa e a pouco mais de 300 metros encontrará a estátua de LUIS DE CAMÕES. (Isto muito perto da baixa do Chiado - Rossio, Café Nicola).  

domingo, 6 de julho de 2014

POETA DO NOSSO TEMPO - MARIA ROMANA ROSA

Boa noite queridos leitores - Hoje, 4ª. feira dia 04-02-2015,  reedito estes belos poemas. Tenho a certeza de que gostarão. Por favor, comentem ao fundo deste artigo, no lugar que tem uma espécie de foto de 1 lápis. Abrirá o espaço para os vossos comentários, que, para quem trabalha, são muito importantes.Um abraço a todos. ---------------------------------------

Bom dia leitores,

          Hoje decidi iniciar uma tarefa, - que cumpro com muita alegria - de divulgar uma Poeta (ou poetisa) portuguesa, que tem poemas de muito valor literário. Aqui fica a sua foto e poemas que escolhi para si leitor. Enjoy it, como dizem os ingleses. Leia-o devagarinho, saboreie a musicalidade, o som, o ritmo, a cor. Sim, a cor, porque:
- O crepúsculo do fim da tarde... tem cor.
- O sol, a luz, a noite, têm cor.
E que dizer do vulto que circula sem rumo certo? E, ainda, rematando o poema, alguém que espera algo que nunca chega.  Na sua vida, o leitor não esperou algo que nunca chegou?A quantas pessoas isso sucedeu e sucede? Não se deve perder a esperança, vamos continuar a lutar para que aquilo que tanto desejamos aconteça. Devemos pedir apenas aquilo que na realidade é essencial, é importante para a nossa vida, não pedir impossíveis ou o que só nos venha, de algum modo ou de outro, prejudicar ou prejudicar outras pessoas.  E isto é apenas uma olhadela ao início do poema. Se fossemos analisar todo o poema, com o seu maravilhoso conteúdo, quanto encontraríamos de relevo para uma boa aula de poesia!  Deixo isso para si, amigo leitor. Deliciem-se nesta tarde de domingo, que esperamos não seja chuvosa porque de manhã chuviscou, uma chuva fora da época! 
           Quer deixar aqui, nos comentários,  a sua apreciação ao poema, a sua análise? Se o fizer, amigo leitor, outros leitores aproveitarão disso... E como é bom partilhar o conhecimento. 

MARIA ROMANA C. L. LOPES ROSA, a autora dos poemas abaixo e de muitos mais. É uma grande poeta. 



ALGO QUE NUNCA CHEGA

No crepúsculo do fim de tarde,
O sol aproxima-se do acaso
E a luz, já sem fulgor,
Lentamente se desvanece.
A noite aparece,
Com ela o mistério e a incerteza.
Quantas vezes, no silêncio da noite,
Alguém circula sem rumo certo,
Procurando um bem impossível,
Um “canto” onde possa repousar
O corpo “mal tratado”...
Encontrar
Um companheiro, um amigo,
Para desabafar as penas da solidão...
E, circulando, sem direcção,
O crepúsculo da manhã aproxima-se,
Semelhante ao da tarde;
A alvorada começa a despontar,
O sol surge no horizonte,
Estamos em pleno dia;
Novamente surge a noite.
A cena repete-se.
Os dias e as noites sucedem-se
E alguém espera algo... que nunca chega!...



DESILUSÃO!...

Eu queria ser algo com suporte,
Mas sou humilde rio, deslizando...
Por entre altas vertentes, vou rumando
Nas esp’rança de alcançar inda o meu norte!
Queria a liberdade de um Oceano,
E ser a magnitude, a Terra imensa,
Um sonho sublimado de presença
Num mundo transparente e mais humano!
E não a triste imagem conturbada
Que perdeu robustez, toda a harmonia,
E doces sortilégios de magia...
Agora vejo nada –igual a nada!
Porque sou linfa turva obstruída,
Quando queria ser a claridade
E ser na própria essência, na vontade
O Mar deste universo e a cor da Vida!


O MEU RITUAL


Eu sou humilde rio, descuidado,
Trilhando por vertentes de euforia;
E envolve o meu caudal tão delicado
A esp’rança de encontrar paz e alegria!

Meu vigor para o mar vai ser lançado
A fluir os murmúrios da harmonia
E sorrindo ao porvir que é desejado,
Emerjo nas enchentes... dia a dia!

Faço do meu destino um ritual
Correndo com a força natural
Na plena transparência, da minh’alma!

Por ser a minha essência a própria vida,
Sou água firme, activa na subida,
Descendo p’la corrente que me acalma!



OH TEJO, MEU RIO FAMOSO! ...

“OLHA, O TEJO VAI TÃO TRISTE”,
Por já não ser o que era
Pois, agora, nele existe
Um mal que o desespera
“A CORRER TÃO VAGAROSO”
Não tem pressa de chegar
Ao ponto mais arenoso
E a vida não encontrar.

“OLHA, O TEJO VAI TÃO TRISTE”,
Vai carregado de mágoa,
Porque o mal, ali, persiste,
Poluindo a sua água.
“A CORRER TÃO VAGAROSO”
Por não ser aquele rio,
Imponente e poderoso
E que, outrora, ali sorriu.

“OLHA, O TEJO VAI TÃO TRISTE”,
E também suas gaivotas;
Algo cruel não desiste...
No escuro das horas mortas!
“A CORRER TÃO VAGAROSO”
Murmuras já, sem alento
Como eu, audacioso
- Chora, agora, o sofrimento.

“OLHA, O TEJO VAI TÃO TRISTE”,
Coberto de chicotadas
A vida ali não resiste
Nas águas tão perturbadas.
“A CORRER TÃO VAGAROSO”
E o coração destroçado,
Oh Tejo, meu rio famoso
Que tormentas tem passado!...


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