sexta-feira, 24 de abril de 2015

DIA MUNDIAL DO LIVRO

FOTO DO FACEBOOK 


O DIA MUNDIAL DO LIVRO E DO DIREITO DE AUTOR. 


O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, é um evento comemorado todos os anos no dia 23 de Abril, O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor (também chamado de Dia Mundial do Livro) é um evento comemorado todos os anos no dia 23 de Abril, e organizado pela UNESCO para promover o prazer da leitura, a publicação de livros e a protecção dos direitos autorais. 

O dia foi criado na XXVIII codnferência Geral da UNESCO que ocorreu entre 25 de Outubro e 16 de Novembro de 1995. 
A data de 23 de Abril foi escolhida porque nesta data do ano 1616 morreram MIGUEL DE CERVANTES (22 de Abril), William Shakespeare e Garcilaso de la Vega.
Para além disto, nesta data, em outros anos, também nasceram ou mjorreram outros escritores importantes como MAURICE DRUON, VLDIMIR NABOKOV, JOSEP PLA e MANUEL MEJÍA VALLEJO.
Todos os anos são organizados uma série de eventos ao redor do mundo para celebrar o dia. (informação da Wikipédia).

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Ó ROSAS DESMAIADAS

Ó Rosas Desmaiadas, do poeta José Duro

Ó rosas desmaiadas,
Rosas de Maio, rosas de toucar,
Ó rosas do rei negro, aveludadas,
Abrindo à flava luz das madrugadas
As corolas em gérmen, corações a arfar…
No tremular de cores da asa vaporosa,
Borboleta que passa, vem beijar a rosa,
E aos murmúrios da brisa que corre anelante,
A subtil feiticeira deixa a sua amante
A chorar, a chorar, suavíssimos perfumes
- Pensamentos d’amor a traduzir ciúmes…
Borboleta que passa diz adeus à rosa,
No tremular de cores da asa vaporosa…
E aos murmúrios da brisa que desliza meiga,
Lá vai adormecer nas frescuras da veiga…
Deixando a rosa a soluçar, a soluçar,
Com pena de não ter asas para voar… voar!
Diversas flores, de diversas cores
Qual é de vós, dizei, os meus amores!

José Duro, in 'Antologia Poética'


domingo, 19 de abril de 2015

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha...


 Poema de Florbela Espanca


Se tu viesses ver-me hoje à tardinha


SONETO: Se tu viesses ver-me hoje à tardinha

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...

Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri

E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...

E os meus braços se estendem para ti...


3 dicas para perceber melhor qualquer leitura:

Leia devagar. Leia em voz alta. Leia e pense ao mesmo tempo.

PARA INTERPRETAR MAIS FACILMENTE OS DOIS TERCETOS, FAÇA A SEGUINTE interpretação: 

Se tu viesses:
 quando:
- a minha boca traça as linhas dulcíssimas dum beijo;

quando: 
a minha boca é de seda vermelha e canta e ri;

e é: (a boca é)
como um cravo ao sol quando os olhos se cerram de desejo;

e quando: os meus braços se estendem para ti. 



sexta-feira, 17 de abril de 2015

O ARTISTA E O POETA (pensamento de Friedrich Novalis)


ALBRECHT DURER, pintor, matemático, gravador, ilustrador) 1471-1528

ARCO DE HONRA DE MAXIMILIANO, por Albrecht Durer
Note-se a romã como fruto da fertilidade. Na cultura grega e na Bíblia
Albrecht Dürer (Nuremberga, 21 de maio de 1471 — Nuremberga, 6 de abril de 1528) foi um gravador, pintor, ilustrador, matemático[1] e teórico de arte alemão e, provavelmente, o mais famoso artista do Renascimento nórdico, tendo influenciado artistas do século XVI no seu país e nos Países Baixos. A sua maestria como pintor foi o resultado de um trabalho árduo e, no campo das artes gráficas, não tinha rival. As suas xilogravuras, consideradas revolucionárias[2] são ainda marcadas pelo estilo gótico[3] . É considerado como o primeiro grande mestre da técnica da aguarela, principalmente no que diz respeito à representação de paisagens[4] . Os seus interesses, no espírito humanista do Renascimento, abrangiam ainda outros campos, como a geografia, a arquitectura, a geometria e a fortificação[5] .
Conseguiu chamar a atenção do imperador Maximiliano I para o seu trabalho, tendo sido por ele nomeado pintor da corte em 1512. Viveu, provavelmente, duas vezes na Itália em adulto. Em 1520, depois da morte do imperador, partiu para os Países Baixos, visitou muitas das cidades do norte e conheceu pintores e homens de letras, como Erasmo de Roterdão. Nos seus últimos anos, em Nuremberga, partindo de estudos de teoria da Arte italianos de autores que o antecederam, ocupou-se principalmente com a elaboração de tratados sobre a medida e proporções humanas, perspetiva e geometria como elementos estruturantes da obra de arte. (da Wikipédia)


LIVROS SÃO EMOÇÕES EM FOLHAS DE PAPEL (mbooks.pt)


LIVROS SÃO EMOÇÕES EM FOLHAS DE PAPEL



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