quinta-feira, 4 de agosto de 2011

SAÚDE - ANTI-CANCERIGENOS - HEALTH - anticancer

FRUIT ANTI-CANCER - FRUTA ANTICANCERIGENA

Avocados, ABACATES

Chili peppers, PICANTES (não é pimenta), é tipo malagueta, piri-piri

Figs - FIGOS
Grapefruits - TORANJAS

Grapes - UVAS
Oranges and lemons, LARANJAS E LIMÕES

Sap-sap


Papayas - PAPAIAS


Raspberries - AMORAS SILVESTRES, E OUTRAS



Tomatoes - TOMATES




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artigo a completar brevemente. Voltaremos. Volte também se f.f.
I will be back to finish this article. Please come again. 

POEMAS DE POETAS AFRICANOS - ALDA LARA

Alda Lara - (Alda Ferreira Pires Barreto de Lara Albuquerque.
(Uma das minhas poetas preferidas).


Benguela, Angola, 9.6.1930 - Cambambe, Angola, 30.1.1962).




. Muito nova veio para Lisboa onde concluíu o 7º ano dos liceus. Frequentou as Faculdades de Medicina de Lisboa e Coimbra, licenciando-se por esta última.

Em Lisboa esteve ligada a algumas das actividades da Casa dos Estudantes do Império. 
Declamadora, (hoje dizedora de poesia), chamou a atenção para os poetas africanos. Depois da sua morte, a Câmara Municipal de Sá da Bandeira instituiu o Prémio Alda Lara para poesia.

Orlando Albuquerque, escritor de Moçambique, com quem foi casada,  propôs-se editar-lhe postumamente toda a obra e nesse caminho reuniu e publicou poesias e um caderno de contos.

Dedicado aos leitores, aqui fica um dos poemas de Alda Lara, com o Título de TESTAMENTO. Foi um dos poemas que dei nas aulas de Poetas, Poesia/Análise e Interpretação, aos meus alunos da Universidade Sénior e que declamei na noite de poesia na ALA -Academia de Letras e Artes de Portugal. Se não fosse plagiar, este seria o meu testamento.

TESTAMENTO: 

À prostituta mais nova
Do bairro mais velho e escuro,
Deixo os meus brincos, lavrados
Em cristal, límpido e puro...

E àquela virgem esquecida
Rapariga sem ternura,
Sonhando algures uma lenda,
Deixo o meu vestido branco,
O meu vestido de noiva,
Todo tecido de renda...

Este meu rosário antigo
Ofereço-o àquele amigo
Que não acredita em Deus...

E os livros, rosários meus
Das contas de outro sofrer,
São para os homens humildes,
Que nunca souberam ler.

Quanto aos meus poemas loucos,
Esses, que são de dor
Sincera e desordenada...
Esses, que são de esperança,
Desesperada mas firme,
Deixo-os a ti meu amor
Para que, na paz da hora,
Em que a minha alma venha
Beijar de longe os teus olhos,
Vás por essa noite fora...
Com passos feitos de lua,
Oferecê-los às crianças
Que encontrares em cada rua
BANDEIRA DO CANADÁ - CANADA FLAG
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Bandeira do Canadá (em inglês: Maple Leaf Flag; em francês: Unifolié) foi criada em 15 de fevereiro de 1965 - dia adotado para comemorar o Dia da Bandeira do país. Além disso, a bandeira foi criada também para celebrar o centenário do Canadá, que ocorreria em 1 de julho de 1967.
Muito mais há a dizer sobre a bandeira(s) do Canadá, mas o tempo de que dispomos e o espaço que desejamos preencher, não nos dá essa possibilidade. Numa próxima oportunidade, talvez.  

The national flag of Canada,also known as the Maple Leaf, and l'Unifolié (French for "the one-leafed"), is a red flag with a white square in its centre, featuring a stylized 11-pointed red maple leaf. Its adoption in 1965 marked the first time a national flag had been officially adopted in Canada to replace the Union Flag. The Canadian Red Ensign had been unofficially used since the 1890s and was approved by a 1945 Order-in-Council for use "wherever place or occasion may make it desirable to fly a distinctive Canadian flag".In 1964, Prime Minister Lester B. Pearson appointed a committee to resolve the issue, sparking a serious debate about a flag change. Out of three choices, the maple leaf design by George F. G. Stanley and John Matheson based on the flag of the Royal Military College of Canada was selected. The flag made its first appearance on February 15, 1965; the date is now celebrated annually as National Flag of Canada Day.
Many different flags have been created for use by Canadian officials, government bodies, and military forces. Most of these flags contain the maple leaf motif in some fashion, either by having the Canadian flag charged in the canton, or by including maple leaves in the design. The Royal Union Flag is also an official flag in Canada, used as a symbol of Canada's membership in the Commonwealth of Nations, and of its allegiance to the Crown. The Union Flag remains a component of other Canadian flags, including the provincial flags of British Columbia, Manitoba and Ontario.




















































































































































































































terça-feira, 2 de agosto de 2011

A CRISE


Chegou a crise
veio para ficar
Vende-se o carro
Compra-se o passe
temos de continuar

Esgotaram-se os bilhetes
Vamos de bicicleta
Sempre a pedalar
As rodas furaram
E não há dinheiro
Para outras comprar

Calçam-se os sapatos,
Vamos andando,
Estragam-se os sapatos
Não há mais dinheiro
Para o sapateiro

Caminhemos descalços
Até aguentar
Os pés estão cheios de feridas
Não se pode mais andar!

Ouvem-se gritos ao longe,
Agora mais próximos
O que será?
Um barulho ensurdecedor
Aterrador, gritante
é uma multidão
uma multidão ululante
aproxima-se perigosamente
Impossível fugir
Estamos dentro dela
Temos de aguentar
não podemos sair
Ouvimos alguém perguntar
E a pergunta ficou no ar:
Óh homem,
porque te suicidaste?
porque não esperaste?
A crise vai acabar…

Quando? – perguntou a multidão
A multidão ficou sem resposta.
Como sempre fica sem resposta
a multidão!

Celeste Cortez 17-09-2009

SUIÇA

                                                                                        Independence

- Foundation date 1 August[note 2] 1291
- de facto 22 September 1499
- Recognised 24 October 1648
- Restored 7 August 1815
- Federal state 12 September 1848[

Olá. Viva a Suiça. Vivam os naturais do país. Vivam os residentes na Suiça.
Obrigada pela vossa visita. Faça-se "SEGUIDOR" deste blogue.
 


Prémio a sortear: Um romance da autora deste blogue,
O MEU PECADO. 2ª. eDIÇÃO a sair em Setembro 2011.
o ROMANCE MÃE PRETA, a editar em Setembro de 2011, também.

CONVIDEM-ME PARA IR Á SUIÇA, A UM CLUBE PORTUGUES, PROMOVER OS MEUS LIVROS, PORQUE OS MEUS LIVROS ESTÃO ESCRITOS EM PORTUGUES. 

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Hello. Wellcome to Switzerland.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

MACAU

MACAU - na China (INFORMAÇÃO DA WIKIPÉDIA) Esta bandeira representa a Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) desde 1999, ano da transferência da soberania de Macau à República Popular da China. Antes de 1999, Macau estava sob administração de Portugal, desde tempos remotos, tendo a sua colonização sido feita pelos navegadores portugueses.
A colonização de Macau teve início em meados do século XVI, com uma ocupação gradual de navegadores portugueses que rapidamente trouxeram prosperidade a este pequeno território, tornando-o numa grande cidade e importante entreposto comercial entre a China, a Europa e o Japão.
Macau atingiu o seu auge nos finais do século XVI e nos inícios do século XVII, mas só em 1887 a China reconheceu oficialmente a soberania e a ocupação perpétua portuguesa de Macau, através do "Tratado de Amizade e Comércio Sino-Português". 

Bandeira de PORTUGAL


Bandeira portuguesa - Fonte de informação: wikipédia.

Na contagem das visitas ao meu blogue, sobressaiu, desde o dia primeiro, a/o visitante portuguesa/português. Em sua honra, aqui se descreve a Bandeira de Portugal. 

A Bandeira Portuguesa tem um significado republicano e nacionalista. A comissão encarregada da sua criação explica a inclusão do verde por ser a cor da esperança e por estar ligada à revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891[8]. Segundo a mesma comissão, o vermelho é a cor combativa, quente, viril, por excelência. É a cor da conquista e do riso. Uma cor cantante, ardente, alegre (...). Lembra o sangue e incita à vitória.
Durante o Estado Novo[11], foi difundida a ideia de que o verde representava as florestas de Portugal e de que o vermelho representava o sangue dos que tinham morrido pela independência da Nação[12].
As cores da bandeira podem, contudo, ser interpretadas de maneiras diferentes, ao gosto de cada um.
No seu centro, acha-se o escudo de armas portuguesas (que se manteve tal como era na monarquia), sobreposto a uma esfera armilar, que veio substituir a coroa da velha bandeira monárquica e que representa o Império Colonial Português e as descobertas feitas por Portugal.
Os cinco pontos brancos representados nos cinco escudetes no centro da bandeira fazem referência a uma lenda relacionada com o primeiro rei de Portugal. A história diz que antes da Batalha de Ourique (26 de Julho de 1139), D. Afonso Henriques rezava pela protecção dos portugueses quando teve uma visão de Jesus na cruz[4]. D. Afonso Henriques ganhou a batalha e, em sinal de gratidão, incorporou o estigma na bandeira de seu pai, que seria uma cruz azul em campo branco. Segundo a lenda, o número das quinas (5) representariam os cinco reis mouros derrotados e os besantes (25+5, sendo os besantes centrais contados duas vezes), os 30 dinheiros que Judas teria recebido pela traição a Jesus Cristo.[13] Esta explicação tem a sua origem na Lenda de Ourique, dada a conhecer pela primeira vez num documento forjado no séc. XVI por Bernardo de Brito. Apesar desta simbologia ser amplamente refutada, foi divulgada por vários escritores e poetas, incluindo Luis de Camões[14]. Outra explicação aponta ainda para o uso do brazão em escudos; a cruz azul, tiras de couro pintado, seria segurada por pregos brancos. Esta decoração dos escudos sofreria danos com as batalhas e com o tempo, deixando apenas o azul envolto com os pregos, dando a imagem dos actuais escudetes azuis com as (actualmente) 5 quinas em cada um.[5]

“Aqui pinta no branco escudo ufano,
 Que agora esta victoria certifica,
 Cinco escudos azues esclarecidos
 Em signal destes cinco Reis vencidos”(reis mouros) 
— Luis de Camões


Tradicionalmente, os sete castelos representam as vitórias dos portugueses sobre os seus inimigos e simbolizam também o Reino do Algarve[15]. No entanto, a verdade é que os castelos foram introduzidos nas armas de Portugal pela subida ao trono de Afonso III de Portugal. Este rei português não podia usar as armas do irmão, D. Sancho II, sem diferença por não ser filho primogénito de D. Afonso II. Adoptou assim as armas de sua mãe que era castelhana, sendo que a bandeira de Castela, à data, era composta por um fundo vermelho e três filas e três colunas de castelos dourados. Há quem considere que, com a subida ao trono de D. Afonso III, e já na qualidade de rei, este deveria ter abandonado as suas armas pessoais e usado as do pai e do irmão[16].A Bandeira de Portugal é denominada por Bandeira Nacional.A bandeira é, também, muitas vezes designada como a Bandeira das Quinas. Esta designação refere-se aos cinco escudetes das Armas de Portugal (as cinco quinas).

É muito linda a minha bandeira.



































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