quarta-feira, 6 de julho de 2011

MOÇAMBIQUE - Federação da África Austral ?

Extracto do capítulo XXII - pag.200 do romance O MEU PECADO - Registo na Sociedade Portuguesa de Autores sob o nº. 24.698 em 25-09-2006. Publicado sob o ISBN 978-989-200-757-1, em Agosto de 2007:

Moçambique,

ATÉ AMANHÃ AMIGOS, OU ATÉ LOGO. JÁ PASSA DAS DUAS HORAS DA MANHÃ EM PORTUGAL, PAÍS DE ONDE SOU NATURAL E ONDE VIVO DESDE OS ULTIMOS 18 ANOS.

SE QUISER COMENTAR OS MEUS TEXTOS, SINTA-SE LIVRE. AGRADEÇO ANTECIPADAMENTE





Não pode ser reproduzido sem autorização escrita da autora.Celeste.Cortez@hotmail.comPublicada por Celeste Cortez em 17:14
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terça-feira, 5 de julho de 2011

ECOS ... CYBERJORNAL

          Olá amigos visitantes do meu blogue (ou blog, é a mesma coisa e está bem escrito. Em Portugal deveria ser sempre escrito "blogue". No Brasil escrevem "blog". 

          Venho partilhar convosco os progressos que vou fazendo na net. Imaginem o tempo que levei a aprender coisas tão simples. Isto quem não é ensinada, tem dificuldades. Mas vou aprender... nem que leve tempo.Imaginem que só hoje encontrei através de pesquisa no google, o texto publicado no dia 14 de Outubro de 2007, (JÁ LÁ VÃO QUASE 4 ANOS)  do Cyberjornal, que se refere ao evento da apresentação do meu romance O MEU PECADO, no Centro Cultural de Cascais. Não resisti - agora que já sei fazer - copiá-lo e trazê-lo por arrasto para o meu blog.
Aqui fica o que copiei, do "Cyberjornal":

..." O Meu Pecado", Celeste Cortez
Domingo, 14 Outubro 2007


          Foi apresentado ao público, no passado sábado, o romance de Celeste Cortez "O Meu Pecado", em cerimónia realizada no Centro Cultural de Cascais.

          A autora que viveu vários anos em Moçambique, tendo regressado a Portugal depois de 1975 partilha, assim, as suas memórias num romance – o primeiro – que vai contribuir, por certo, para a história das relações entre ambos os países, no que foi o seu passado comum.

A obra, começou a ser escrita na Àfrica do Sul, em 1989 e, só 14 anos depois, retomada, já em Portugal. Nela são descritas localidades como Vila Pery, Beira e Lourenço Marques, pano de fundo para o início da narrativa baseada no amor entre um capitão médico do quartel de Vila Pery, e uma jovem órfã. Uma história, pueril, cheia de encontros e desencontros, como acontece tantas vezes na vida real.

          Trata-se de um livro que se lê de um fôlego, na procura de um desfecho feliz para as personagens principais, vítimas das manigâncias de um pai inflexível. Um drama cujo enredo a autora desenvolve com mestria, gerindo as emoções do leitor, com a frase adequada, a palavra certa.
          Por outro lado, o facto da narração acompanhar a vida dos seus protagonistas ao longo dos últimos trinta anos, possibilita ao leitor a evocação de factos,paisagens, acontecimentos, que, sendo novidade para alguns, constituem para outros um delicioso reavivar de recordações. 


O livro tem 400 páginas. É edição de autor."...

Sinceros agradecimentos, embora tardios, ao Cyberjornal, Celeste Cortez. 







POESIA - Quis fechar a mente na minha mão

A mente vagueia tanto,
Tanto, tanto, sempre a vaguear,
Não sei o que hei-de fazer
Para a conseguir parar
A mente foge-me sempre
Voa, anda por longe,
não a consigo alcançar
Quando regressa,
as notícias são de arrepiar
Hoje transmitiu-me sua visão:
Que o mundo está em crise,
Que há guerra, fome, miséria, corrupção
Isto faz sofrer meu coração
Tenho de a controlar
para não voar
Tentei. Não consegui.
Irei todo o tempo sofrer?
Não posso confiar nela.
Aonde a hei-de esconder?
Fechá-la? Irá agonizar?
Talvez no guarda-joias,
Que tem uma abertura
Por onde poderá respirar
Por tão pequena abertura,
Ela continuou a fugir, a voar,
A fugir, a fugir, a voar, a voar,
Sem nunca parar, sem se cansar.
E se a fechar num cofre forte
De onde não possa sair?
Será que sem oxigénio
Ela deixará de existir?
Já sei, já sei. Encontrei a solução
Vou fechá-la na minha mão,
Na minha mão. Bem apertadinha.
O ar entrará por entre os meus dedos,
ela poderá respirar mas não fugir
- Não tem por onde sair!...
Mas… não pode ser…
afinal…
continua a vaguear…
viaja para países longíncuos
longe do meu horizonte
sem nunca me avisar
Cheguei à conclusão:
- A mente é inconstante
Incapaz de parar
Estará sempre a vaguear
Não a poderei controlar
Até que eu deixe de amar,
de sonhar de sofrer
         Até que deixe de viver.

         Celeste Cortez 08-9-2010


segunda-feira, 4 de julho de 2011

POESIA - O feitiço da paisagem


Manta de retalhos verdejantes
Com casinhas de duendes penduradas,
na paisagem paradisíaca
Ouvem-se hinos à tranquilidade.

Levadas serpenteiam os cumes,
cascatas cantam a água que cai.
Dias pintados do verde das plantas,
E do azul do mar de ondas rendilhadas

Funde-se o ar puro das montanhas
Com a frescura colorida das flores,
vibrante mistura de sons, cheiros e cores

O dia vai entranhando no nosso ser
Para nunca mais esquecer
O feitiço da paisagem.

Celeste Cortez – 4 de Julho de 2011
Viagem à Ilha da Madeira, Abril 2011

POESIA - ESTA SOU EU

Esta sou eu                    
                
Quero ser lembrada:
Pela poesia das minhas palavras
Pela sinceridade
Pelo sentido de justiça
Pela verdade que pratico
Pela minha alma cheia de amor
Pelo meu coração aberto ao mundo
Pelas causas a que me devoto com ardor;

Celeste A.de C. Cortez Silvestre – 07-10.2010

LIÇÃO DE VIDA

Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese vazio...e encheu-o com bolas de golf.A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.

Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.

O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.

Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e colocou dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".

Em seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:

'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA

........................................ A VIDA'.

As bolas de golf são as coisas Importantes:

como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.

São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.

As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.

A areia é o demais: as pequenas coisas.

'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf.

O mesmo acontece com a vida'.

Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.

Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.

Brinque ensinando os seus filhos,

Arranje tempo para ir ao medico,

Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora,

Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com os que te faz bem.

Pratique o seu desporto ou hobbie favorito.

Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...

Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.

Estabeleça as suas prioridades, o resto é só areia...

Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.

O professor sorriu e disse:

"...o café é só para demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. "

UMA LIÇÃO DE VIDA.



POESIA - INVENÇÃO DO 5º.QUADRANTE, Professor Arqtº.Carlos-Antero Ferreira

INVENÇÃO DO 5º. QUADRANTE... do Professor Arquitº. Carlos-Antero Ferreira

Rendidos,
Os poetas inscreveram-se nas
Aulas de Gaspar Monge
Porque lhes disseram
Que era forçoso disciplinar a
Poesia que faziam
- Os conteúdos rebeldes,
ou libertinos, ou levianos,
e a forma sem rei nem roque,
métrica ou rima.
E disseram também que para tanto
Nada melhor que a geometria
- De preferência a descritiva!
Mas depressa se cansaram
Do que na Politécnica ensinava o mestre.
E na mais tumultuosa
Reunião Geral de Poetas
- Convocada pelo sindicato
e até hoje registada pela história,
Deliberaram abolir a linha-de-terra
E o horizonte,
Eliminar as cotas e os afastamentos,
Expulsar do quadro os planos bissectores...
E proclamar a Revolução...
Que consistiu em inventar o 5º.quadrante
Que só existe, saibam todos!
Na imaginação dos poetas
- Mágicos e acrobatas,
geómetras e ilusionistas
de incansáveis piruetas!

Monte Estoril, Julho de 2010
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