sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
MÚSICA - CANTO

MÚSICA
RECITAL DE ÓPERA COM A SOPRANO STELLA MENDONÇA
Na noite de 15-02-2011 - no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém, teve lugar o recital operático da cantora lírica moçambicana Stella Mendonça acompanhada pelo pianista norte americano, Paul Suits.
Stella Mendonça, estudou canto clássico e história da música no Conservatório Nacional de Arte Dramática em Paris. Aperfeiçoou a voz com os maestros Dennis Hall em Berne e Magda Olivera em Barcelona e interpretação com Grace Bumbry em Salzburg.
Paul Suits estudou no Mannes College of Music, em Nova Iorque, deu concertos no Médio Oriente, Rússia, Canadá, Europa e América. Trabalhou em casas de ópera na Suiça. Compôs inúmeras óperas e trabalhos para grupos corais.
Em 2002 Stella produziu pela primeira vez na história de Moçambique, CARMEN, de BIZET. Deu recitais na Europa, América e África.
Stella também iniciou o projeto opera africana, TERRA SONÂMBULA, baseado no romance de MIA COUTO.
No Centro Cultural de Belém, na noite de 15 de Fevereiro de 2011, perante uma sala praticamente cheia, que, por diversas vezes a ovacionou de pé, Stella Mendonça
cantou Mozart, Bellini, Gerónimo Gimézez, Giuseppe Verdi, Charles Gounod, Jaime Ovale e outros famosos:
De G. Gershwin cantou "PORGY AND BESS Summertime". (Lembram-se?). De Valdemar Henrique "BOI BUMBA" e de PUCCINI "La RONDINE" e "TOSCA".
A soprano manifestou, em palco, a satisfação por, mais uma vez, atuar para compatriotas vivendo em Portugal e amigos de Moçambique.
No final do espetáculo foi-lhe oferecido um especial ramo de flores.
Este espetáculo foi levado a efeito pela Embaixada de Moçambique - a quem agradecemos o convite - e patrocinado pela Fundação Galp Energia.
NOTA 10. Celeste Cortez
domingo, 13 de fevereiro de 2011
DIA DOS NAMORADOS - 14 de FEVEREIRO

O DIA DOS NAMORADOS - 14 DE FEVEREIRO
O dia dos namorados foi uma comemoração que se importou. E veio para ficar. Algumas vezes pensei - quando tiver tempo - escreverei sobre o nosso Santo António de Lisboa, que celebramos a 13 de Junho. Esse sim, deve ser o nosso dia, o dia dos portugueses para celebrar O DIA DOS NAMORADOS. Afinal, o nosso Santo António tem fama de casamenteiro. Até muitas noivas portuguesas escolhem esse dia para o seu casamento!
Mas eis que recentemente, li a revista TEMPO LIVRE, - do INATEL - (com quem faço férias sempre muito agradáveis) e encontro um trecho da escritora ALICE VIEIRA sobre o mesmo assunto. Para ela, O DIA DOS NAMORADOS, deveria ser no DIA DE SANTO ANTÓNIO.
Estava tudo dito. O meu tempo também é pouco para tanto que tenho para escrever... e o artigo ficou-se pelas intenções.
Não escrevi artigo novo. Deixo aqui um artigo, de minha autoria, que foi publicado no ano 2005, no jornalzinho do Centro de Dia de Algueirão - Mem Martins. Pediram-me para escrever e fui escrevendo uns artigos pequenos - tinham de ser pequenos como pequeno é o jornal. Para o mês de Fevereiro, ( que saíu a 25, depois do dia dos namorados,) escrevi:
RECORDAÇÕES DO PASSADO - O DIA DOS NAMORADOS. (não esquecer que estava a escrever para pessoas que estavam num lar e centro de dia, tinha de as divertir com uma história como se tivesse sido passada na juventude delas e não na minha. No meu tempo na Beira, não se namorava à janela)
.....Quem é que no dia dos namorados, não gostará de receber um ramo de flores, uma prendinha, uma quadra que rime com a palavra AMOR?
Não me recordo de nos meus tempos de jovem, haver dia especial para os namorados. Mas não se deixava de namorar. Uns namoros talvez à janela, outros nos bailaricos, outros já indo a casa dos papás, sabendo de antemão, que de vez em quando, podiam contar que em cima deles caíria um olhar de lado, um olhar vigilante.
Posso garantir-vos que não namorei à janela. Gostava muito do único rapaz com quem namorei, não queria que ele apanhasse uma dor de pescoço. Gostava tanto dele que até com ele casei. E passados que são quase X anos, ainda somos namorados.
Voltando ao DIA DOS NAMORADOS: Se no nosso tempo não havia dia dos namorados, não se recebia a prendinha, uma flor ou uns versos que rimavam com a palavra amor? Bom, as prendas são sempre agradáveis de receber, quando são oferecidas por quem nos tem amor, seja ou não no dia dos namorados. Até uma florzinha silvestre, apanhada no terreno baldio mais próximo, é um gesto de amor. E quanto aos versos, quem for capaz de os fazer, em qualquer dia os pode oferecer. Não acham?
O meu namorado, que conservo com carinho e amor, não me ofereceu versos no tempo do nosso namoro. Não tinha veia de poeta. Que pena!
Em todo o nosso namoro de quase três anos, lembro-me apenas de numa Páscoa me ter oferecido um presente. Foi um cãozinho lindo, de porcelana, de olhos meigos, como meigos eram - e são - os olhos do meu amor.
E um cãozinho porquê? Será que ele pensou que os meus olhos também eram meigos como os do cãozinho e, que os cabelos pintados de loiro do cãozinho, eram de um brilho tão lindo e tão loirinhos (na altura sem pintura) dos meus cabelos? Nunca lho perguntei, e neste momento o meu namorado de toda a vida - e espero que até à morte - não está perto de mim enquanto estou a escrever estas RECORDAÇÕES DO PASSADO.
Acreditem que uma das primeiras coisas que lhe perguntarei quando ele regressar da casa de uma das nossas filhas, será, sobre a razão de me ter oferecido um cãozinho de porcelana.
Neste momento parei a imaginar as respostas a esta pergunta. Mas, vá Celeste, não sejas tão sentimental. Será que ele tem uma resposta diferente da que imaginei?
Se ele me responder que o cãozito foi a prenda mais baratinha que encontrou? Aí, eu penso que afinal para ele eu não valia assim tanto... Mas se ele acrescentar que andou à procura de um presentinho bonitinho que não fosse "carito" porque queria poupar para nos casarmos? Aí sim, eu sorrio-lhe e olhos meigos nos meigos olhos, os dois agradeceremos a Deus estarmos juntos por tantos anos, com tanto amor, carinho e paixão, mesmo que só neste ano de 2005 o meu namorado de toda a vida tenha despertado para a poesia, e me tenha oferecido NO DIA DOS NAMORADOS, um livro de poemas de Eugénio de Andrade, com uma folha A/4 cheia de quadras que rimam com a palavra AMOR.
Ah! Esquecia-me de dizer: Passados que são tantos anos de namoro e casamento, e com as viagens que fizemos, com as mudanças de países e de casas, o cãozinho partiu-se. Mas o nosso amor não se partiu nem se partirá jamais, enquanto os dois tivermos inteligência, porque é preciso inteligência - dos dois - para o sucesso de um longo casamento.
Gostaria que o dia dos namorados, para casados e solteiros, fosse todos os dias. Mas também sei que todos os casais - depois de casados - ficam tão ocupados com a vida, que passa a haver pouco tempo para o namoro. É pena. É assim que se estragam os casamentos, os relacionamentos.
Aqueles que têm o namorado - marido/esposa, não se esqueça de todos os dias lhe agradecer por o ter a seu lado, fazendo-lhe companhia. E todos os dias será DIA DOS NAMORADOS.
Texto de Celeste Cortez (aka Celeste Almeida de Campos Cortez Silvestre (21.02.2005)
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
HISTÓRIA - HOLOCAUSTO
HOLOCAUSTO - Memória e ensino do holocausto
"Imagem e Memória" 11-02-2011
O Museu estará aberto de 2ªs. a 6ªs. feiras das 9,30 às 18,30 horas e aos sábados das 9,30 às 12,30 horas
O filme “Sunshine” abre o ciclo de cinema "Imagem e Memória" a 11-Fevereiro, às 20h30.
Organização: Espaço Memória dos Exílios e Associação "Memória e Ensino do Holocausto" – Memoshoá.
FILMES A EXIBIR:
“O Pianista” de Roman Polanski,
“O Leitor” de Stephen Daldry,
“A Escolha de Sofia” de Alan J. Pakula,
“O Laço Branco” de Michael Haneke,
“Resistentes” de Edward Zwick,
“A palavra às testemunhas” de Ana de Frias,
“A Lista de Schindler” de Steven Spielberg,
Aristides de Sousa Mendes: o cônsul injustiçado de Diana Andringa, 25-Março, 21h
“Sophie Scholl: os últimos dias” de Marc Rothemund,
“Sem destino” de Lajos Koltai,
“Os Falsificadores” de Stenfan Ruzowitzk, Jakob,
“O Mentiroso” de Peter Kassovitz,
“Fantasia Lusitana” de João Canijo.
Fonte: Desporto na Linha.
Informação: Tel.Câmara de Cascais 214825022, email eme@cm-cascais.pt
Compilado por Celeste Cortez
"Imagem e Memória" 11-02-2011
O Estoril é uma referência no acolhimento a exilados e refugiados durante a II Guerra Mundial (1939 -1945). No 1º. andar da estação dos Correios do Estoril, vai estar aberta ao público uma exposição com a temática da II Guerra Mundial e o Holocausto. De 11-02-2011 a 9-04-2011.
Com o objectivo de manter viva a memória do Holocausto e sentir, através da imagem, um dos mais marcantes acontecimentos do século XX, serão exibidos os filmes abaixo indicados. (ciclo de cinema "Imagem e Memória".
O Museu estará aberto de 2ªs. a 6ªs. feiras das 9,30 às 18,30 horas e aos sábados das 9,30 às 12,30 horas
O filme “Sunshine” abre o ciclo de cinema "Imagem e Memória" a 11-Fevereiro, às 20h30.
Organização: Espaço Memória dos Exílios e Associação "Memória e Ensino do Holocausto" – Memoshoá.
FILMES A EXIBIR:
“O Pianista” de Roman Polanski,
“O Leitor” de Stephen Daldry,
“A Escolha de Sofia” de Alan J. Pakula,
“O Laço Branco” de Michael Haneke,
“Resistentes” de Edward Zwick,
“A palavra às testemunhas” de Ana de Frias,
“A Lista de Schindler” de Steven Spielberg,
Aristides de Sousa Mendes: o cônsul injustiçado de Diana Andringa, 25-Março, 21h
“Sophie Scholl: os últimos dias” de Marc Rothemund,
“Sem destino” de Lajos Koltai,
“Os Falsificadores” de Stenfan Ruzowitzk, Jakob,
“O Mentiroso” de Peter Kassovitz,
“Fantasia Lusitana” de João Canijo.
Fonte: Desporto na Linha.
Informação: Tel.Câmara de Cascais 214825022, email eme@cm-cascais.pt
Compilado por Celeste Cortez
domingo, 6 de fevereiro de 2011
"LIXO" PSEUDO-MUSICAL
LIXO PSEUDO-MUSICAL, por Carlos Brandão de Almeida
13-12-2010: Festa de Natal da ACTIS-UTI: Na foto, da esquerda para a direita: Celeste A.de Campos Cortez Silvestre,(Celeste Cortez), Florbela Brandão de Almeida, Carlos Brandão de Almeida e Henriqueta, colegas na Universidade Sénior - Actis - Sintra. O Carlos escreveu este artigo e outros neste blogue e espero que escreva muitos mais. O Carlos foi durante anos o director-"fazedor" do jornal da Universidade.
Bem haja amigo.
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Esta foto nada tem a ver com o oportuno artigo que se segue:
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13-12-2010: Festa de Natal da ACTIS-UTI: Na foto, da esquerda para a direita: Celeste A.de Campos Cortez Silvestre,(Celeste Cortez), Florbela Brandão de Almeida, Carlos Brandão de Almeida e Henriqueta, colegas na Universidade Sénior - Actis - Sintra. O Carlos escreveu este artigo e outros neste blogue e espero que escreva muitos mais. O Carlos foi durante anos o director-"fazedor" do jornal da Universidade.
Bem haja amigo. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
Esta foto nada tem a ver com o oportuno artigo que se segue:
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LIXO PSEUDO-MUSICAL
Imaginemos um endinheirado cidadão americano que resolveu empreender uma jornada cultural pelo Velho Continente. Ao optar pela via rodoviária, fez-se acompanhar pelo seu bem equipado Oldsmobile. Chamemos ao nosso turista John Smith, (amigo: mas que falta de imaginação!).
O senhor Smith aportou à cidade de Cádiz, metrópole espanhola de onde iniciou o seu périplo. Seguiu, via Sevilha, para Portugal, onde matuta empanzinar-se em comes e emborrachar-se em vinhos das nossas afamadas castas. Nada parvo este Smith!
Numa manhã soalheira, o John, com a sua banheira, ultrapassou a fronteira de Vila Real de Stº António, visivelmente encantado com a planície andaluza e deliciado com a audição radiofónica da excitante música sevilhana.
Percorridos alguns quilómetros, decidiu sintonizar uma estação de rádio portuguesa, procurando identificar-se com a cultura musical do país que visitava. Em vão. O nosso homem só abicha escutar sons seus bem conhecidos, originários dos States.”Well, with this song I think I am driving across the USA”, congemina o frustrado ouvinte, farto de procurar, debalde, ouvir música portuguesa.
Infelizmente é uma constatação que diariamente fazemos: a maioria das estações de rádio portuguesas privilegia a música estrangeira, particularmente a anglo-saxónica, em detrimento do sol-e-dó nacional. As melodias lusitanas foram banidas por douta decisão dos meninos e meninas que programam os canais de rádio lusos. Mas, também a música europeia é olimpicamente ignorada. E é ouvi-los, os locutores e locutoras, a declamar, com ênfase, os títulos das musiquetas do outro lado do Atlântico. E que dicção tão bem articulada. Melhor do que quando pronunciam a sua língua natal. Muitos destes apregoadores afirmam-se, quando lhes convém, anti-americanos, mas, curiosamente, contribuem para que os nossos euros se encaminhem para o erário ianque.
É de lamentar, por outro lado, que não só os programas de rádio nos atulhem de sons ruidosos, de barulhos desconexos e de berros espasmódicos. Também a nossa pobre e desimaginativa televisão nos enfarta com imagens de moços berrando estridentemente e pinoteando com presteza Vejam-se os concursos dos Ídolos (SIC) e da Operação Triunfo (RTP1) que, supostamente, se destinavam a descobrir valores vocais portugueses, cantando no seu idioma pátrio.
Não quero com estas observações que, já sei, os jovens considerarão caretas, desvalorizar a música norte-americana. Nada disso. Há muito boa música anglo-saxónica de excelente qualidade e que eu muito admiro. O que detesto são as resmas de pseudo música que nos impingem por conveniências comerciais
Tenho saudades das bonitas melodias, das harmonias envolventes, das vozes límpidas e cristalinas, dos belos sons portugueses, franceses, italianos, espanhóis, brasileiros, etc. que, faz tempo, nos deliciavam, romanticamente, os sensores auditivos.
Está-me cá a parecer que estão por aqui a fazer falta uns Conjurados de 1640 que venham varrer do nosso espaço etéreo os Migueis de Vasconcelos que por aí andam espalhando tanto lixo audiovisual e nos devolvam música e intérpretes de qualidade.
2010-12-23 Carlos Brandão de Almeida
Imaginemos um endinheirado cidadão americano que resolveu empreender uma jornada cultural pelo Velho Continente. Ao optar pela via rodoviária, fez-se acompanhar pelo seu bem equipado Oldsmobile. Chamemos ao nosso turista John Smith, (amigo: mas que falta de imaginação!).
O senhor Smith aportou à cidade de Cádiz, metrópole espanhola de onde iniciou o seu périplo. Seguiu, via Sevilha, para Portugal, onde matuta empanzinar-se em comes e emborrachar-se em vinhos das nossas afamadas castas. Nada parvo este Smith!
Numa manhã soalheira, o John, com a sua banheira, ultrapassou a fronteira de Vila Real de Stº António, visivelmente encantado com a planície andaluza e deliciado com a audição radiofónica da excitante música sevilhana.
Percorridos alguns quilómetros, decidiu sintonizar uma estação de rádio portuguesa, procurando identificar-se com a cultura musical do país que visitava. Em vão. O nosso homem só abicha escutar sons seus bem conhecidos, originários dos States.”Well, with this song I think I am driving across the USA”, congemina o frustrado ouvinte, farto de procurar, debalde, ouvir música portuguesa.
Infelizmente é uma constatação que diariamente fazemos: a maioria das estações de rádio portuguesas privilegia a música estrangeira, particularmente a anglo-saxónica, em detrimento do sol-e-dó nacional. As melodias lusitanas foram banidas por douta decisão dos meninos e meninas que programam os canais de rádio lusos. Mas, também a música europeia é olimpicamente ignorada. E é ouvi-los, os locutores e locutoras, a declamar, com ênfase, os títulos das musiquetas do outro lado do Atlântico. E que dicção tão bem articulada. Melhor do que quando pronunciam a sua língua natal. Muitos destes apregoadores afirmam-se, quando lhes convém, anti-americanos, mas, curiosamente, contribuem para que os nossos euros se encaminhem para o erário ianque.
É de lamentar, por outro lado, que não só os programas de rádio nos atulhem de sons ruidosos, de barulhos desconexos e de berros espasmódicos. Também a nossa pobre e desimaginativa televisão nos enfarta com imagens de moços berrando estridentemente e pinoteando com presteza Vejam-se os concursos dos Ídolos (SIC) e da Operação Triunfo (RTP1) que, supostamente, se destinavam a descobrir valores vocais portugueses, cantando no seu idioma pátrio.
Não quero com estas observações que, já sei, os jovens considerarão caretas, desvalorizar a música norte-americana. Nada disso. Há muito boa música anglo-saxónica de excelente qualidade e que eu muito admiro. O que detesto são as resmas de pseudo música que nos impingem por conveniências comerciais
Tenho saudades das bonitas melodias, das harmonias envolventes, das vozes límpidas e cristalinas, dos belos sons portugueses, franceses, italianos, espanhóis, brasileiros, etc. que, faz tempo, nos deliciavam, romanticamente, os sensores auditivos.
Está-me cá a parecer que estão por aqui a fazer falta uns Conjurados de 1640 que venham varrer do nosso espaço etéreo os Migueis de Vasconcelos que por aí andam espalhando tanto lixo audiovisual e nos devolvam música e intérpretes de qualidade.
2010-12-23 Carlos Brandão de Almeida
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
AUSCHWITZ - HISTÓRIA - AUSCHWITZ - CAMPO DE CONCENTRAÇÃO - artigo editado pela 1ª.vez a 03-02-2011
Viva a liberdade viva a liberdade viva a liberdade viva a liberdade viva a liberdade viva a liberdade viva a liberdade viva a liberdade
Viva a paz viva a paz viva a paz viva a paz viva a paz viva a paz viva a paz viva a paz viva a paz...
SOBRE A LIBERTAÇÃO DE AUSCHWITZ.
Em Birkenau, a 3 quilómetros de AUSCHWITZ - CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO, a sul da Polónia, são um símbolo do Holocausto perpetrado pelo nazismo.
II Guerra Mundial – 1939-1945 – a mais cruel guerra Mundial. Hitler, avança, invadindo a Polónia. Imparável, com forças militares poderosas, domina países, onde prende, captura, manda matar por mãos inclementes ou envia para campos de concentração quem lhe desobedece. Campos onde sofreriam barbaramente e depois seriam exterminados. O campo mais famoso de todos os horrores foi: Auschwitz. (na Polónia - Birkenau)
Em 1942 para lá são enviadas as primeiras mulheres. Dão-lhes injecções para as esterilizar.
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| Foto da wikipédia |
Estima-se que foram exterminados no campo de concentração de Auschwitz UM MILHÃO DE JUDEUS e perto de 19.000 CIGANOS. Estes números ainda estão em debate.
Gente – não só judeus – entre ilustres e simples desconhecidos, de várias nacionalidades, militares de altas patentes, vieram fugidos dos países agora ocupados por Hitler, para França, Espanha, Portugal.
O avanço do nazismo, e com milhares de fugitivos a procurarem abrigo na Europa, há falta de alimentos, de empregos nos países europeus. Os refugiados tentam vistos para embarcarem para diversos países, por barco. Uns milhares de vistos foram concedidos pelo cônsul português em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes.
Em 27 de janeiro de 1945 os campos foram libertados pelas tropas soviéticas, dia este que é comemorado mundialmente como o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, assim designado pela Assembleia Geral das Nações Unidas
Celebremos a LIBERTAÇÃO DO CAMPO AUSCHWITZ.
VIVAALIBERDADEVIVAALIBERDADEVIVAALIBERDADEVIVAALIBERDADEVIVAALIBERDADEVIVAALIBERDADEVIVAALIBERDADEVIVAALIBERDADEVIVAALIBERDADE
VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA
VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA A PAZ VIVA
Portugal, 3 de Fevereiro de 2011 - Reeditado a 25-01-2015
Texto: Celeste Cortez
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