sábado, 12 de setembro de 2015

EU ME CONFESSO - ARTIGO II

EU ME CONFESSO -  Escrever um livro: 

Continuação do artigo I 

Como ia dizendo, desde sempre escrevi os meus romances no computador, ou melhor, há uma exceção: O meu primeiro romance, que se perdeu na minha saída de Moçambique em 1975, não tinha ainda computador, escrevi-o durante quinze dias em que viajei de autocarro numa excursão entre Portugal/Espanha/França/Portugal. Continuei-o, nessa altura sim com caneta, em Moçambique. Como nunca pensei em publicar, também nunca o acabei definitivamente. Havia capítulos que precisavam ter o seu desfecho, outros que precisavam ser revistos. Não era porém um romance em embrião. Era mais do que isso, já um romance delineado e meio escrito.
           Nunca me habituei a 100% aos computadores pequeninos, vulgarmente chamados "lap-top", ou seja, o pequeno computador de colo. 
          


          Sempre gostei de ler e de estudar. Escrevi em jovem alguns artigos e alguma poesia, mas tinha receio e falta de confiança no meu trabalho. E nem sequer possuo uma revista sequer, de tantas que editei como DIRECTORA DA REVISTA PARA JOVENS DO SEXO FEMININO - "JUVENTUDE". Hoje tenho pena, sei que seria agradável ler e, talvez publicar, o que escrevi. 

Voltarei em breve para contar a história da minha vida de escritora. Volte também.
Peço desculpa de não ter conseguido retirar o sublinhado e as mudanças de letra, mas tenho problemas no sistema informático. 










          

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