sábado, 7 de setembro de 2013

BOMBEIRO VOLUNTÁRIO ERA O SEU NOME

          Chamava-se DANIEL FALCÃO, mas era conhecido na luta contra os incêndios por BOMBEIRO VOLUNTÁRIO, um nome comum a muitos outros. O nome ou cognome daqueles que abnegadamente vão combater os fogos para proteger bens e pessoas, para proteger o património do nosso país.
          Da Corporação dos Bombeiros de Miranda do Douro (Bragança), mais um jovem que faleceu devido aos fogos. O Daniel tinha de vida apenas 25 anos, a idade dos projetos de vida, projetos que não conseguiu concretizar.  
          Gravemente ferido no dia 1 de Agosto no incêndio de Miranda do Douro, esteve internado no Hospital da Prelada, no Porto, onde faleceu ontem, sexta-feira, dia 6 de Setembro, por não ter resistido às queimaduras.
Daniel Falcão estava na viatura que ardeu, do fogo que lavrava em Cicouro e São Martinho de Angeira junto à fronteira com Espanha,  que também ceifou a vida a um colega seu, da mesma corporação de bombeiros, ANTÓNIO NUNO FERREIRA, de 45 anos. 
          Com este falecimento elevam-se para oito o número de bombeiros que morreram no combate aos incêndios florestais deste ano 2013.
           Obrigada a todos os bombeiros que partiram tão prematuramente depois de tanto sofrimento.
           Obrigada aos bombeiros que cá ficam e que sofreram, ainda mais do que todos nós com estas mortes.
          Que os que ficam não desfaleçam, que continuem por longos anos. Portugal precisa de todos vós, do vosso amor devotado a uma causa nobre e pura como é o voluntariado, onde se trabalha por amor ao próximo. Para todos vós a nossa enorme gratidão.
   
 
         






















































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































1 comentário:

José Luiz Foureaux de Souza Júnior disse...

Uma tragédia, daí a inefabilidade do fato. Uma tristeza que não encontra em palavras suas expressão. Confrangido só posso rezar pelo descanso dessas almas...

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