quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

ÁRVORE DA VIDA


Georgina Castanheira de Almeida Amaral de Campos
Artur Cortez de (Silva) Campos 

Nunca deixei de conversar contigo sempre que penso em livros, em escrita. Como tu, também gosto de escrever, escrever, escrever. Tu publicavas em pequenos jornais, enviavas os artigos que fazias em Moçambique para Portugal. Eu... bem, também publiquei em pequenos jornais, pequenas revistas, mas como tu... também não vou mais longe. Será que não faço bons artigos?
Não é o que dizem os que publicam ou publicaram o que escrevo. Mas... fico-me por aqui. Tu sabes, tu adivinhas o que quero dizer.
Gostaria de te fazer um poema. Mas a poesia não sai quando quero, mas quando ...
Então deixo aqui um pequeno artigo sobre a nossa árvore genealógica. E parte do grande mapa dos nomes que escrevi.  

A NOSSA ÁRVORE DE FAMÍLIA : CAMPOS
As árvores têm muitos ramos. Todos os ramos são seus filhos.
Uns ramos estão mais próximos do tronco da árvore, outros estão mais longínquos, mas a árvore gosta sempre dos seus filhos, de todos, dos que estão longe, lá no alto, dos que estão ao lado, dos que estão mais baixo, daqueles ramos que o tronco da árvore não consegue ver, mas sabe que estão lá.
Assim são as pessoas da mesma família. Estão separadas, por um conjunto de circunstâncias, alguns vivem longe. Mas o amor de família mantêm-se. Quando um membro da família atinge um grau especial: de felicidade, ou no emprego, ou porque lhe nasceu um filho, porque realiza um casamento, todas as pessoas da família ficam felizes.
Mas porque a vida não é apenas composta de horas boas, mas também de problemas, de tristezas, todas as pessoas da mesma família, sofrem. Mesmo os que estão longe.
Por isso, devemos comunicar assiduamente com os nossos familiares, seja nas horas de alegria, para que eles se alegrem connosco e por nós, seja nas horas difíceis, para que possam ajudar com boas palavras, ou mesmo sem palavras mas com a certeza de que estão a preocupar-se por nós. Comunicar é amor.

ARTUR DE CAMPOS
Em 06-01-1915
nasceu Artur de Campos ,em Portugal
– Alvarelhos, Carregal do Sal.
Cresceu, estudou, aprendeu,
Tornou-se homem, arranjou emprego,
E um dia encontra uma bonita rapariga
Que é especial, um primôr,
- A isto, chama-se amor

GEORGINA CASTANHEIRA DE ALMEIDA (CAMPOS)
Em 10-01-1917
Em Pinheiro, Carregal do Sal,
nasceu Georgina Castanheira de Almeida
menina linda, de olhos azuis, loirinha
Brincou, cresceu,fez-se uma senhorinha
E chegou o tempo de amar
O Artur lhe apareceu a pedir para namorar
e ...... casar.






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